- A Kawasaki, de Akashi, está desenvolvendo motos movidas a hidrogênio, com protótipo já testado em pista e patentes ativas.
- A empresa busca tornar o hidrogênio líquido uma opção prática e de fácil uso na motocicleta.
- O principal desafio é o volume dos tanques, que complica a autonomia mesmo com hidrogênio em altas pressões.
- A solução proposta envolve dois tanques laterais, lembrando malas de viagem, para manter o visual da moto compacto.
- A Kawasaki também testa a integração da bomba de combustível dentro do próprio motor para simplificar o sistema.
A Kawasaki está desenvolvendo uma alternativa à gasolina e à eletricidade para motos, com foco no hidrogênio. A fabricante japonesa testa um motor com cinco cilindros e já avaliou um protótipo em pista, buscando viabilidade prática para uso cotidiano.
A proposta envolve integrar a bomba de combustível dentro do motor, reduzindo componentes externos. A meta é reduzir complexidade e melhorar eficiência, mantendo a segurança e a confiabilidade requeridas pela indústria.
A Kawasaki não desistiu do hidrogênio, mantendo patentes e avaliações abertas ao público. A novidade atual é a ideia de tornar o hidrogênio líquido mais viável para motocicletas, facilitando o armazenamento e a operação.
Desafios do hidrogênio em motocicletas
A empresa encara o tamanho dos tanques como principal entrave. Mesmo comprimido a altas pressões, o hidrogênio ocupa espaço significativo que afeta o design da moto.
Uma solução prevista é usar dois tanques laterais, com formato parecido ao de malas de viagem. Assim, a Moto poderia ter autonomia compatível com modelos a combustão, sem comprometer o visual.
A Kawasaki aposta que a combinação de motor de combustão interna a hidrogênio e armazenamento otimizado pode aproximar a tecnologia do usuário comum. O objetivo é facilitar uso, manutenção e custo.
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