- Estudo da Universidade de São Paulo, em parceria com a EMBRAPA, aponta que deixar o feijão de molho por oito a doze horas ajuda a reduzir o desconforto após a refeição.
- O período de molho elimina rafinose e estaquiose, oligossacarídeos presentes nos grãos que contribuem para a formação de gases.
- Com menos gases, ocorre melhor aproveitamento de nutrientes, como vitaminas e minerais.
- A recomendação prática é planejar o preparo com antecedência, já que esse tempo de molho é crucial.
- A orientação é apresentada pela médica citada na matéria, que sustenta que esse método pode evitar o inchaço ao consumir feijão.
O que acontece ao comer feijão pode depender do modo como é preparado. Uma prática comum é deixar o grão de molho antes do cozimento para favorecer a absorção de nutrientes e reduzir desconfortos.
Um estudo do Centro de Pesquisa em Alimentos da USP, em parceria com a EMBRAPA, avaliou o efeito do tempo de molho no feijão. Os resultados mostram ganhos na disponibilidade de vitaminas e minerais quando a leguminosa é deixada de molho.
A pesquisa indica que o período ideal é entre oito e 12 horas de imersão. Nessa faixa, substâncias como rafinose e estaquiose, presentes nos grãos, são reduzidas, o que pode diminuir a formação de gases.
Ao evitar o molho inadequado, muitos consumidores relatam desconforto após o consumo de feijão, mesmo em pequenas porções. A prática correta potencializa o aproveitamento nutricional do alimento.
A recomendação dos pesquisadores reforça que o processo de preparo não se restringe ao tempo de molho. A qualidade da água e o cozimento adequado também influenciam a redução de incômodos.
A divulgação reforça a importância de seguir orientações técnicas para quem busca maximizar os benefícios nutricionais do feijão. A prática simples pode impactar a digestão e a sensação de plenitude após a refeição.
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