- Melancia é rica em água e tem poucas calorias, sendo uma boa opção para hidratação ao longo do dia, incluindo café da manhã, lanche da tarde e momentos de convívio.
- A fruta, por possuir fibra, pode ajudar no bom funcionamento intestinal, conforme a nutricionista Andrea Santamaria.
- É rica em vitamina A, vitamina C e licopeno, antioxidantes que ajudam na recuperação muscular e na prevenção de doenças cardiovasculares.
- Também apresenta vitaminas do complexo B e minerais como cálcio, fósforo, magnésio, potássio e cobre, importantes para estruturas osteomusculares e funcionamento neurológico.
- Em 2020, a produção nacional atingiu 2 milhões de toneladas; os principais produtores foram Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo, e o Brasil está entre os quatro maiores produtores mundiais (China, Irã, Turquia e Brasil).
A melancia é destacada por ser refrescante, versátil e doce, podendo compor sobremesas e sucos. A fruta traz contribuição para a hidratação ao longo do dia, assim como o melão, e pode acompanhar o café da manhã, lanches e momentos de lazer.
A principal vantagem apontada por especialistas é o alto teor de água e baixa caloria, aliado à fibra que favorece o funcionamento intestinal. Esses componentes ajudam na hidratação e na saciedade, sem excessos de calorias.
Além de hidratação, a melancia oferece vitaminas A e C, licopeno e betacaroteno. Pesquisadores destacam antioxidantes que colaboram na recuperação muscular e na redução do estresse oxidativo, beneficiando a saúde cardiovascular.
Experta em nutrição, Andrea Santamaria, da clínica Sculpté, ressalta que a fruta é boa para quem treina e para o dia a dia, reforçando seu papel em refeições rápidas.
Camila Malafronte, nutricionista do Hospital São Marcelino Champagnat, acrescenta que a melancia fornece vitaminas do complexo B, minerais como cálcio, magnésio e potássio, importantes para ossos, músculos e nervos.
Produção e cenário global
Relatório do IEA aponta produção nacional de 2 milhões de toneladas em 2020. Rio Grande do Norte lidera com 17,4%, seguido por Rio Grande do Sul (12,6%) e São Paulo (12,5%).
O estudo mostra o Brasil entre os quatro maiores produtores mundiais, ao lado de China, Irã e Turquia. Juntos, esses países respondem por cerca de 75% da produção global.
Entre na conversa da comunidade