- Vacina da gripe reduz de 20% a 30% a incidência de infarto e de AVC, segundo o Dr. Roberto Kalil.
- O mecanismo envolve a prevenção da inflamação causada pela gripe, que afeta tecidos e artérias do coração e do cérebro.
- Dr. Kalil ressalta que a vacinação é parte essencial da prevenção cardiovascular, ao lado do controle de colesterol, diabetes, hipertensão, prática de exercícios e não fumar.
- A imunização é recomendada para todas as idades, incluindo jovens, já que o infarto também pode ocorrer em pessoas mais novas.
- O especialista elogiou o sistema de imunização brasileiro, descrevendo-o como extremamente competente e eficiente.
A vacina contra a gripe pode reduzir o risco de infarto e de AVC, segundo o Dr. Roberto Kalil. Durante participação no Live CNN nesta segunda-feira (20), ele informou que a imunização diminui em 20% a 30% a incidência desses eventos. A afirmação aponta para um impacto relevante na saúde pública do país.
Kalil explicou que a proteção ocorre pela prevenção da inflamação causada pela gripe, que agrava tecidos e artérias do coração e do cérebro, facilitando eventos cardiovasculares. Ele destacou que a gripe pode aumentar o risco de infarto e AVC.
Além disso, o médico ressaltou que a vacinação não é apenas para idosos ou pacientes com histórico cardíaco. O cuidado preventivo deve incluir vacinação, controle de colesterol, diabetes, hipertensão, prática de atividade física e não fumar.
Vacinação como parte essencial da prevenção cardiovascular
O especialista citou consensos internacionais que veem a vacina como uma arma importante para reduzir infartos e AVC, que matam milhões globalmente a cada ano. A proteção é recomendada para todas as idades, inclusive jovens, uma vez que o infarto pode ocorrer em pessoas mais novas.
Kalil também esclareceu que a incidência de infarto em mulheres aumenta após a menopausa, aproximando-se da taxa masculina. A mensagem é de alerta para que mulheres de todas as idades mantenham a vigilância sobre fatores de risco cardiovascular.
Por fim, o médico elogiou o sistema de imunização brasileiro, qualificado como eficiente e com distribuição homogênea, afirmando que não há razão para deixar de se vacinar.
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