- A notícia aborda a viticultura de precisão na Mar de Frades Albariño e a busca pela identidade de cada terroir nas fincas Finca Valiñas, Monteveiga e Ribadulla.
- Paula Fandiño, enóloga da Mar de Frades, afirma que Albariño pode ser sofisticado, complexo e competir com grandes brancos mundiais.
- O projeto de vinhas de uso único (single-site) visa entender o que torna cada parcela única, com foco no solo, altitude, clima e influência marítima.
- As vinhas Finca Valiñas, Finca Monteveiga e Finca Ribadulla são expressões diferentes da mesma variedade, mostrando diversidade de Rías Baixas.
- A ideia é explorar paisagens desde Val do Salnés até Ribeira do Ulla, demonstrando que Albariño pode ser vibrante, enértico, profundo, delicado e apto ao envelhecimento.
Mar de Frades está enfatizando a identidade de cada terroir na região das Rías Baixas, buscando destacar as particularidades de cada parcela da vinícola. O projeto de fincas de produção única visa revelar a contribuição do solo, da altitude, do clima e da influência marítima para a Albariño.
Paula Fandiño, enóloga da vinícola, sustenta que a Albariño pode acompanhar exemplares internacionais de brancos de guarda e complexidade. A proposta da marca é aplicar a viticultura de precisão para entender o que torna cada parcela distinta, mesmo dentro da mesma variedade.
Segundo Fandiño, as vinificações das fincas Finca Valiñas, Finca Monteveiga e Finca Ribadulla apresentam expressões diferentes da Albariño, mantendo a linha de qualidade da casa. O objetivo é oferecer a expressão mais fiel de cada localidade.
Foco em terroirs de Galicia
A pesquisa envolve a comparação de distintos ambientes, desde Val do Salnés até Ribeira do Ulla, para mostrar a versatilidade da uva Albariño. A equipe busca revelar como o terroir pode tornar o vinho vibrante, ao mesmo tempo profundo e capaz de envelhecimento.
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