- A FDA aprovou, na terça-feira, 21, o regime de pílulas da Merck, tomada uma vez ao dia, para infecções por HIV-1, oferecendo uma nova opção de tratamento.
- A combinação de doravirina e islatravir, chamada Idvynso, pode substituir alguns regimes antirretrovirais atuais em adultos.
- O islatravir é tratamento ainda experimental, enquanto a doravirina já é comercializada nos EUA sob o nome Pifeltro e, em associação, como Delstrigo.
- Dados de dois estudos de fase final com mais de mil pacientes mostraram que a combinação suprimiu significativamente a replicação do HIV-1 em adultos sob outra terapia.
- A Merck apontou que, no ano anterior, a combinação teve desempenho não inferior ao principal medicamento rival, o Biktarvy da Gilead.
- Globalmente, cerca de 40,8 milhões de pessoas vivem com HIV e ocorrem aproximadamente 1,3 milhão de novas infecções por ano.
A FDA aprovou nos Estados Unidos um regime de pílulas da Merck para o tratamento da infecção por HIV-1. O medicamento é uma combinação única tomada uma vez ao dia e poderá substituir parte das terapias atuais para adultos.
A nova formulação combina doravirina, já existente no mercado, com islatravir, que permanece em avaliação experimental. A pílula resultante recebeu o nome comercial Idvynso e representa uma opção adicional de tratamento antirretroviral.
O contexto mundial aponta que o HIV-1 é a cepa mais comum do vírus causador da AIDS. Dados indicam cerca de 40,8 milhões de pessoas vivendo com HIV globalmente, com aproximadamente 1,3 milhão de novas infecções anuais.
Segundo a Merck, Idvynso amplia a diversidade de opções terapêuticas disponíveis em regime oral. Em estudos de fase final, com mais de 1.000 pacientes, a combinação conseguiu suprimir significativamente a replicação do HIV-1 em adultos já em tratamento.
Ao lado, a Merck ressaltou que a doravirina já é vendida nos EUA sob os nomes Pifeltro e Delstrigo, enquanto o islatravir permanece sob avaliação clínica. A aprovação reflete uma comparação com regimes atuais de antirretrovirais.
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