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Rodovia entre Suíça e Itália ultrapassa Alpes em trajeto de 72 curvas a 2.113 m

Rota alpina entre Suíça e Itália possui 72 curvas em zigue-zague a 2.113 metros, exigindo precisão do motorista e proteção com galerias contra neve

Rota histórica nos Alpes com mais de setenta curvas a dois mil e cem metros de altitude – Créditos: depositphotos.com / taldav68
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  • A rodovia que liga a Suíça à Itália fica a 2.113 metros de altitude e tem 72 curvas em zigue-zague.
  • Engenheiros reforçaram muros com pedra e concreto; galerias protegem pontos críticos contra quedas de blocos de gelo.
  • A pista é estreita e com poucos guard-rails, exigindo precisão nas manobras e uso intenso do freio motor em descidas.
  • O trajeto liga o cantão Grisons, na Suíça, à Lombardia, passando pela vila de Splügen, que preserva a atmosfera do século XIX.
  • A passagem é sazonal, fechando por mais de seis meses no inverno e abrindo normalmente em junho, atraindo motociclistas e ciclistas.

A estrada que liga a Suíça à Itália, na rota dos Alpes, é descrita como um trajeto histórico com 72 curvas em zigue-zague a uma altitude de 2.113 metros. Engenheiros suíços e italianos promoveram o traçado desafiador, reforçado por muros de pedra e concreto. Túneis semiabertos protegem pontos críticos contra quedas de gelo, mantendo a passagem viável em diferentes condições.

A organização técnica destaca as dificuldades: a pista estreita e sem guard-rails amplos exige precisão, especialmente com veículos que cruzam em sentidos opostos. A descida acentuada sobe o calor dos freios, tornando o freio motor uma ferramenta essencial para manter o controle.

A passagem alpina fica entre o cantão Grisons, na Suíça, e a Lombardia, na Itália. Do lado suíço, há encostas bem cuidadas e curvas amplas; do lado italiano, o traçado tende a ser mais estreito e sinuoso, com túneis que reduzem a visibilidade. A diferença entre os trechos é marcada pela paisagem e pelo perfil das curvas.

Legado histórico e uso atual

Antes do asfalto, a rota era vital para o comércio entre o norte e o sul da Europa, com mulas transportando sal e especiarias. A vila de Splügen preserva casas de pedra e madeira do século XIX, refletindo o cenário da época. Ruínas da alfândega antiga e abrigos de pedra marcam o topo do trajeto.

Organizações de cultura promovem caminhadas que percorrem trilhos históricos ao lado da via moderna. O Splügen Pass permanece como referência de engenharia viária e de conexão entre duas regiões. É possível acompanhar a jornada pelo trecho pelas trilhas históricas que margeiam a estrada atual.

Turismo e condições sazonais

A passagem é fortemente sazonal, fechando por mais de seis meses no inverno devido à neve. A abertura costuma ocorrer em junho, quando motociclistas e ciclistas retomam o uso da estrada. O Splügen Pass não funciona como rodovia de trânsito rápido, mas como testemunho de equilíbrio entre natureza e engenharia.

A travessia entre Suíça e Itália continua sendo um exemplo de como o desafio topográfico foi superado com soluções estruturais e técnicas. O trajeto permanece atraente para entusiastas de condução, turismo e história alpina.

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