- A atriz Bárbara Reis anunciou nas redes sociais que decidiu operar lipedema, para aliviar dor, hematomas e o peso nas pernas.
- O lipedema é uma doença que causa acúmulo de gordura principalmente nas pernas e afeta principalmente mulheres.
- A cirurgia pode ajudar quando há pouca ou nenhuma melhoria com tratamento clínico, mas não é a primeira opção e deve acompanhar outras abordagens.
- O tratamento envolve dieta anti-inflamatória, exercícios específicos e terapias físicas, com acompanhamento médico contínuo.
- O lipedema não tem cura; o diagnóstico pode ser desafiado pela semelhança com obesidade, e mudanças de hábitos são importantes para manter os resultados.
A atriz Bárbara Reis revelou, nas redes sociais, que irá operar o lipedema. A decisão ganhou destaque e reacendeu o debate sobre quando a cirurgia é indicada. O lipedema é caracterizado pelo acúmulo de gordura, principalmente nas pernas, e pode impactar a qualidade de vida.
Em vídeo no Instagram, a atriz informou que adiou a decisão por muito tempo e citou dor, hematomas e peso nas pernas como principais sintomas que pretende aliviar. A repercussão levou o tema a ganhar atenção pública e médica.
O lipedema afeta principalmente mulheres e pode ser confundido com obesidade, o que dificulta o diagnóstico precoce. Especialistas destacam que nem sempre a cirurgia é a primeira opção de tratamento.
Indicações da cirurgia para lipedema
De acordo com a cirurgiã plástica Heloise Manfrim, membro da SBCP e da ABL, a cirurgia pode ajudar em casos específicos, mas deve ser associada ao tratamento clínico. Dieta anti-inflamatória, exercícios e terapias físicas devem ocorrer junto com a intervenção.
A decisão ocorre quando o tratamento clínico não gera melhora suficiente. Em geral, a cirurgiã cita dor intensa ou alterações estéticas relevantes como gatilhos para a indicação cirúrgica.
Riscos e cuidados
O lipedema não tem cura, mas pode ser controlado com manejo adequado. A cirurgia, geralmente por lipoaspiração, reduz o volume das áreas afetadas e alivia parte dos sintomas.
Mesmo após a cirurgia, o acompanhamento é contínuo. Mudanças no estilo de vida, alimentação equilibrada, prática de exercícios e hidratação ajudam a manter os resultados.
A aposta no tema ganha visibilidade pública e incentiva a busca por orientação médica especializada, contribuindo para maior esclarecimento sobre a doença.
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