- Didier Queloz, ganhador do Nobel de Física em 2019, é um dos destaques do São Paulo Innovation Week, apresentando-se sobre vida extraterrestre.
- O SPIW acontece de 13 a 15 de maio, no Pacaembu e na Fundação Armando Alvares Penteado, reunindo mais de dois mil convidados.
- A palestra de Queloz na Faap tem o tema “Estamos sozinhos? Vida extraterrestre e o lugar da humanidade no Cosmos”, no dia 13, das 16h às 17h15, seguida de painel com Marcelo Gleiser e Adam Frank.
- Queloz ficou conhecido por detectar o primeiro exoplaneta, 51 Pegasi b, em parceria com Michel Mayor, o que lhe rendeu o Nobel em 2019 ao lado de James Peebles.
- Hoje, ele lidera pesquisas que buscam indícios de vida em atmosferas de mundos distantes e defende a astronomia como ciência interdisciplinar que agrega biologia, química e física.
Didier Queloz, físico suíço vencedor do Nobel de Física em 2019, é destaque no São Paulo Innovation Week (SPIW). O tema da palestra aborda a possibilidade de vida fora da Terra. O evento ocorre entre 13 e 15 de maio, no Pacaembu e na Faap, em São Paulo.
Queloz participa como um dos principais palestrantes do SPIW, dedicado a inovação, tecnologia e empreendedorismo. Ao lado de outros especialistas, ele explorará a busca por sinais de vida em atmosferas exoplanetárias, conectando ciência e questionamentos sobre o cosmos.
O SPIW reúne mais de 2 mil convidados nacionais e internacionais. A conferência dedicada a Queloz ocorre no dia 13 de maio, das 16h às 17h15, na Faap, seguida de um painel com perguntas a Queloz, Marcelo Gleiser e Adam Frank.
O pesquisador suíço ficou conhecido pela descoberta do primeiro exoplaneta, 51 Pegasi b, em conjunto com Michel Mayor. A variação de luminosidade observada na estrela indicou a presença de um corpo massivo em órbita próxima.
A técnica de detecção indireta de Queloz ajudou a mostrar que planetas são comuns no Universo. Hoje, mais de 5.500 exoplanetas já foram identificados, levando a mudanças significativas na compreensão sobre formação de sistemas solares.
Atualmente, Queloz lidera projetos que buscam oxigênio e metano em atmosferas de mundos distantes, na busca por possíveis indícios de vida. A atuação combina astrofísica com áreas como biologia e química.
Entre as instituições associadas ao pesquisador estão a Universidade de Cambridge e o ETH Zurique. A participação no SPIW reflete a tendência de cruzar fronteiras entre ciência básica e aplicações inovadoras.
Além de discutir o passado da descoberta de exoplanetas, a presença de Queloz no Brasil reforça o foco atual de sua pesquisa: as origens da vida e o lugar da humanidade no Cosmos.
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