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Melhores Chromebooks: guia com os modelos mais eficientes

Chromebooks ganham fôlego com hardware mais potente e até dez anos de atualizações, mas continuam limitados ao navegador e a variações de preço

Courtesy of Lenovo
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  • O texto destaca o Lenovo Chromebook Plus 14 como o modelo mais interessante, oferecendo 16 GB de RAM e 256 GB de armazenamento por cerca de US$ 649, com desempenho sólido e boa vida de bateria, apesar de preço acima de Chromebooks mais básicos.
  • O Acer Chromebook Plus Spin 514 é apresentado como rival próximo, com processador MediaTek Kompanio Ultra 910, boa teclado e touchpad, e versão mais econômica disponível; é 2 em 1 com tela sensível ao toque e porta USB adicional.
  • Modelos baratos como Asus CX14 e CX15 são mencionados como alternativas acessíveis, com opções a partir de cerca de US$ 130; recomenda-se a versão com 8 GB de RAM.
  • Chromebooks Plus definem uma linha de hardware com requisitos mínimos (CPU atual, 8 GB de RAM, 128 GB ou mais, webcam 1080p, tela Full HD), tendo preço inicial em torno de US$ 399 a US$ 800 e foco em melhor experiência de videoconferência e recursos de IA.
  • Principais desvantagens: não permitem instalar aplicativos de desktop, dependem de navegador; Android apps ajudam, mas nem todos os periféricos funcionam; além disso, hardware muitas vezes é de plástico e com compromises de tela e teclado. Pesquisadores também citam o possível avanço de uma nova era com o Aluminium OS.

Os Chromebooks não são apenas baratos e básicos. Ao investir algumas centenas a mais, é possível ampliar significativamente o desempenho e a experiência. Em análise, há modelos que comprovam esse avanço.

Entre os destaques, o Lenovo Chromebook Plus 14 se diferencia pela construção elegante, teclado agradável e 16 GB de RAM com 256 GB de armazenamento, desempenho que supera o MacBook Neo em certos aspectos. Preço de venda costuma ficar em torno de 649 dólares.

O Lenovo oferece bateria robusta e processador MediaTek, que aproxima o tempo de uso da rivalidade com notebooks mais caros. O preço de varejo chega a 749 dólares, com descontos frequentes para 649 dólares, ainda um valor acima do típico de Chromebooks.

O Acer Chromebook Plus Spin 514 fica como concorrente direto, com espessura similar e processador MediaTek Kompanio Ultra 910. Teclado e touchpad recebem elogios, tela é vívida e o conjunto mantém boa durabilidade, mesmo com preço menor em algumas versões.

A variante 2 em 1 traz hinge de 360 graus e tela sensível ao toque. O design em branco é atraente, com porta USB-A extra em relação ao Lenovo. No entanto, o desempenho geral e a tela apresentam trade-offs frente ao modelo da Lenovo.

Chromebook Plus e opções acessíveis

Testes também destacam o Acer Chromebook Plus 516, que não economiza no touchpad e oferece boa usabilidade. O ponto fraco fica na tela, com cores desbotadas, e resolução de 1920 x 1200 em 16 polegadas, repetindo a tendência de Chromebooks baratos.

Para quem busca custo ainda menor, a Asus oferece CX14 e CX15, com versões com 8 GB de RAM e preços que podem chegar a 130 dólares. Entre os modelos, o CX14 costuma ser a opção mais equilibrada, sem teclado numérico.

O CX15 chama atenção pela estética azul e tela com brilho limitado. O touchpad não é dos melhores e a webcam é 720p, o que impacta videochamadas. Mesmo assim, o conjunto atende usuários com orçamento restrito.

Outras Chromebooks que valem a pena

Modelos como Acer Chromebook Spin 714 seguem com boa reputação, especialmente pelo processador Intel Core Ultra 5 115, que oferece desempenho acima da média para a faixa. Em promoções, chega a 699 dólares, com recursos focados em IA no ChromeOS.

A linha Chromebook Plus busca elevar o patamar de hardware, com requisitos mínimos de CPU, RAM, armazenamento, webcam e tela. A proposta é oferecer experiência premium com melhor qualidade de videochamadas e recursos de IA.

O que verificar ao comprar

Preço varia bastante, de 150 até 900 dólares, o que influencia a configuração. Processor deve evitar Celeron; recomenda-se Core i3/i5, Ryzen 3 7000 ou equivalente. Chips ARM podem servir para tarefas básicas, porém não load pesado.

8 GB de RAM é a configuração padrão recomendada para evitar lentidão. Armazenamento sugerido: a partir de 128 GB, preferindo 256 GB para melhor desempenho. Discos NVMe aceleram o uso.

A tela deve ser IPS; OLED surge em alguns modelos, mas IPS continua comum e confiável. Resolução 1080p é o baseline, com 1200p para 16:10. Portas USB-C são valorizadas, com suporte a carregamento via USB-C.

Sobre Chromebooks Plus

A maioria dos modelos recomendados traz o rótulo Chromebook Plus, lançado pela Google no fim de 2023. Requisitos incluem CPU recente, 8 GB de RAM, 128 GB ou mais, webcam 1080p e tela Full HD. A ideia é oferecer desempenho estável e recursos de IA.

A compra de um Chromebook Plus pode incluir assinatura anual de Google AI Pro, com acesso a ferramentas como NotebookLM, Gemini e 2 TB de armazenamento em cloud. Chromebooks não-Plus continuam disponíveis para nichos mais básicos.

Atualizações e suporte

Em 2023, a Google anunciou atualização de 10 anos para Chromebooks lançados em 2021 ou depois. O prazo abrange atualizações automáticas, mantendo dispositivos seguros por mais tempo e com novas funções. O fim do ciclo gera notificação de desligamento.

O relógio de atualização começa na data de lançamento do modelo. É possível checar no menu de configurações, em Update schedule, a data prevista. A Google mantém uma lista pública com prazos de atualização.

Desvantagens de Chromebooks

Há limitações: não é possível instalar apps de desktop como Photoshop ou Word. A maior parte do trabalho ocorre no navegador, com apps Android disponíveis via Google Play. A integração futura com Android promete melhorias.

Quanto ao hardware, muitos Chromebooks usam plástico e componentes mais simples. Touchpad e tela costumam ser pontos de compromises, mesmo em modelos Plus. Certos acessórios muito específicos podem não funcionar.

Aluminium OS: o que vem por aí

Há rumores de Aluminium OS, um possível substituto do Chrome OS, cuja apresentação está prevista para este ano. A proposta envolve unificar ChromeOS com Android em um ambiente desktop, abrindo espaço para novos formatos.

As primeiras imagens sugerem uma experiência próxima ao Android, com toques do Chrome OS. Embora Chromebooks devam permanecer relevantes, o Google sinaliza uma transição gradual para um ecossistema mais integrado entre plataformas.

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