- Meta vai usar keyloggers nos PCs de funcionários para registrar keystrokes, movimentos e cliques, além de interação em sites e apps ligados às funções.
- Os dados serão usados para treinar novas inteligências artificiais, com a empresa afirmando que informações sensíveis serão excluídas.
- A Meta diz que os dados não servirão para avaliar desempenho, mas para ter “exemplos reais” de uso de computadores.
- A empresa planeja gastar cerca de US$ 600 bilhões em IA até 2028 e, segundo a Reuters, pretende demitir pelo menos 8 mil funcionários em maio para financiar o plano.
- Crítico da indústria de IA, Ed Zitron afirma que as decisões de Mark Zuckerberg criam clima de paranoia na empresa e que muitos funcionários não gostam de trabalhar lá.
Meta planeja usar keyloggers nos PCs de funcionários para treinar IAs, segundo a Reuters. A medida envolveria registrar movimentos do mouse, cliques e atividades em sites e apps ligados ao trabalho. O objetivo é coletar dados para aprimorar modelos de IA.
A empresa afirma que excluirá informações sensíveis dos dados de treinamento. Também sustenta que não usará o material para avaliar desempenho, mas como exemplos reais de uso de computadores pelos trabalhadores.
A preocupação é que o conjunto de dados possa não representar o uso cotidiano. Funcionários vigiados podem reduzir atividades pessoais e não ter motivação para otimizar a produtividade, segundo especialistas ou fontes da Reuters.
Contexto financeiro
Meta planeja investir cerca de US$ 600 bilhões em IA até 2028, segundo a reportagem. A Reuters também aponta que a empresa busca demitir pelo menos 8 mil funcionários em maio para viabilizar o plano.
Repercussões internas
Ed Zitron critica a gestão de Zuckerberg, dizendo que a empresa fomenta uma cultura de paranoia. Segundo ele, há insatisfação entre muitos empregados, agravada pelo cenário de cortes no setor de tecnologia.
Fonte: Reuters, PC Gamer.
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