- A Nasa apresentou o telescópio espacial Roman, criado para investigar exoplanetas e estudar matéria e energia escuras.
- O equipamento foi finalizado no centro Goddard, em Maryland, e será lançado no início de setembro, a partir da Flórida, em foguete da SpaceX.
- O Roman terá campo de visão cerca de cem vezes maior que o do Hubble e ficará a aproximadamente 1,5 milhão de quilômetros da Terra para varreduras extensas do céu.
- A agência estima que o telescópio gere 11 terabytes de dados por dia, mais do que o Hubble produziu ao longo de toda a sua vida útil.
- Entre os objetivos estão descobrir dezenas de milhares de exoplanetas e milhares de supernovas, além de estudar a matéria e a energia escuras, com custo superior a US$ 4 bilhões.
O telescópio Roman foi apresentado pela Nasa como novo observatório para detectar exoplanetas e investigar fenômenos ainda pouco compreendidos, como matéria e energia escuras. O equipamento está finalizado no centro Goddard, em Maryland, e será transferido para a Flórida para o lançamento previsto para setembro, em foguete da SpaceX.
O objetivo é mapear grandes áreas do espaço com detalhamento inédito e ampliar o legado do Hubble. O Roman recebe o nome em homenagem à astrônoma Nancy Grace Roman, reconhecida como a mãe do Hubble, e representa um investimento superior a 4 bilhões de dólares.
A operação orbital ficará a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, permitindo varreduras extensas do céu com um campo de visão aproximadamente 100 vezes maior que o do Hubble. A velocidade de coleta de dados deve superar significativamente a do antecessor.
Segundo a Nasa, o observatório deverá fornecer 11 terabytes de dados por dia. Em seu primeiro ano, esse volume é projetado para superar tudo o que o Hubble acumulou em décadas de operação.
Entre os principais objetivos, está a identificação de novos planetas e a observação de fenômenos cósmicos em grande escala. A agência reforça a possibilidade de descobrir dezenas de milhares de exoplanetas e milhares de supernovas.
Além disso, o Roman também será dedicado ao estudo da matéria e da energia escuras, componentes que dominam o universo, segundo os cientistas. A missão busca ampliar o conhecimento sobre a composição cósmica e a evolução do cosmos.
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