- A Artemis II, da NASA, sobrevoou o lado oculto da Lua, permitindo que astronautas observassem diretamente.
- A Lua leva cerca de 27 dias para girar em torno de si mesma, resultando na rotação sincronizada que mantém a mesma face voltada para a Terra.
- O outro lado não é invisível, apenas não é visível da Terra; por isso é chamado de lado oculto.
- O lado oculto tem crateras, montanhas e uma crosta mais antiga e espessa; imagens iniciais surgiram em 1959 com a sonda Luna 3.
- Esse lado funciona como arquivo geológico, guardando marcas de impactos antigos de bombardeio intenso há bilhões de anos; estudá-lo é desafiador porque a Lua bloqueia a comunicação, exigindo operações autônomas.
O lado oculto da Lua ganhou destaque após a missão Artemis II, da NASA, que sobrevoou a região e permitiu observar o território de perto. A manobra gerou dados e imagens para a equipe de astronautas a bordo e para os centros de controle na Terra.
A missão envolveu a agência espacial norte-americana, equipes de suporte e os astronautas a bordo, que realizaram observações diretas durante o sobrevoo. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre a geologia lunar e planejar missões futuras.
A operação ocorreu no contexto das atividades de exploração da Lua anunciadas pela NASA, com foco em entender a diversidade de regiões lunares e os impactos do bombardamento antigo. O sobrevoo ocorre em meio a estudos de mapeamento geológico.
Características do lado oculto
Ao contrário do que o nome sugere, o lado oculto não é escuro. Recebe luz solar e apresenta uma superfície distinta, com crateras e montanhas, diferente do lado visível.
A primeira revelação ocorreu em 1959, com a sonda Luna 3, abrindo caminho para o entendimento de que a face oposta é mais antiga e rochosa. A crosta do lado oculto é mais espessa e antiga que a da face voltada à Terra.
Algumas hipóteses apontam que a diferenciação se deve ao aquecimento inicial desigual entre as faces durante a formação da Lua. O lado oculto funciona como um arquivo geológico, retendo marcas de impactos antigos.
Desafios da exploração
Explorar o lado oculto é desafiador, pois a Lua pode bloquear comunicações com a Terra durante determinadas fases da órbita. Por isso, operações autônomas são fundamentais para coletar e transmitir dados.
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