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China pretende instalar estufa na Lua para enfrentar frio extremo

China planeja estufa na Lua para proteger robôs na noite lunar de até -200 °C, viabilizando missões de longo prazo e maior presença no satélite

Engenheiros chineses planejam estudar construção de estufa na superfície lunar
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  • A CNSA planeja construir uma estufa na superfície da Lua para ajudar futuras missões de longa duração, protegendo robôs das condições extremas.
  • A ideia é usar tecnologias de construção no solo lunar para manter equipamentos funcionais durante a noite lunar, que dura cerca de 14 dias terrestres.
  • Durante a noite, as temperaturas podem ficar abaixo de -200 °C, o que dificulta operações contínuas na superfície.
  • A estufa pode facilitar permanência de missões na Lua e aumentar a resistência dos equipamentos utilizados.
  • A missão Chang’e-6, em junho de 2024, trouxe cerca de 1,9 quilo de amostras do lado oculto da Lua, com cooperação internacional de França, Itália e Agência Espacial Europeia.

Uma equipe ligada à Administração Espacial Nacional da China (CNSA) apresentou nesta quarta-feira (22) a proposta de construir uma estufa na superfície da Lua. A ideia é apoiar futuras missões de longa duração, protegendo robôs e equipamentos das condições do ambiente lunar.

Segundo a engenheira Wang Qiong, do Centro de Exploração Lunar da CNSA, a estufa utilizaria tecnologias de construção no solo para criar uma estrutura capaz de resistir à noite lunar. Esse período soma cerca de 14 dias terrestres, com temperaturas que podem chegar a menos de -200 °C.

A proposta visa ampliar a permanência de missões na superfície lunar e aumentar a resistência de rovers. A ideia é facilitar operações contínuas e a coleta de dados emmissões prolongadas, segundo a pesquisadora.

Avanços recentes e cooperação internacional

A CNSA ressalta avanços com a missão Chang’e-6, que em junho de 2024 trouxe à Terra cerca de 1,9 kg de amostras do lado oculto da Lua, um feito inédito. As análises do material ajudaram a revelar dados sobre a formação e evolução dessa região.

A missão contou com cooperação internacional, incluindo equipamentos científicos de França, Itália e da Agência Espacial Europeia. Essas colaborações são citadas como parte dos recentes progressos do programa chinês.

Panorama do programa chinês de exploração lunar

Até o momento, a China tem enviado robôs à Lua, com foco no desenvolvimento de capacidades para futuras missões tripuladas. O objetivo público é realizar um pouso com astronautas na Lua até 2030, mantendo o impulso tecnológico do país.

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