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Mais de 30 bichos-preguiça morrem após transporte para parque nos EUA

Relatório da Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida indica choque térmico e falhas no transporte como causas de 31 bichos-preguiça destinados a parque em Orlando

Foto de um bicho-preguiça. fundo verde. Metrópoles
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  • Pelo menos 31 bichos-preguiça morreram entre 2024 e 2025, após serem levados da América do Sul para a Flórida, nos Estados Unidos, para o parque temático Sloth Worl Orlando, ainda sem inauguração.
  • O caso veio a público por meio de relatório da Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida.
  • Os animais ficaram em galpão sem estrutura adequada para o frio, sem sistema eficiente de controle de temperatura, com gaiolas e vegetação, mas sem condições ideais.
  • O primeiro lote, de 21 preguiças da Guiana, morreu por choque térmico após falha no fusível que interrompeu o aquecimento. O segundo lote, com 10 animais do Peru, teve duas chegadas mortas e as demais morreram por problemas de saúde.
  • Um ex-sócio do parque negou irregularidades, alegando que a licença foi renovada após inspeção; o caso é investigado pelas autoridades locais para apurar transporte e condições de manejo dos animais.

A Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida revelou que mais de 30 bichos-preguiça morreram entre 2024 e 2025 após serem transferidos da América do Sul para a Flórida, nos Estados Unidos. Os animais seriam usados como atração em um parque temático ainda não inaugurado, o Sloth World Orlando.

Segundo o relatório, os preguiçosos foram mantidos em um galpão sem estrutura adequada para enfrentar o frio. O espaço dispunha de gaiolas e vegetação, mas não possuía um sistema eficiente de controle de temperatura.

O responsável licenciado pela empresa, Peter Bandre, disse ao Fox News que houve dois lotes: 21 preguiças da Guiana e 10 do Peru. O primeiro grupo morreu por choque térmico, com falha no fusível que interrompeu o aquecimento.

Para o segundo lote, duas preguiças chegaram mortas, e as demais faleceram posteriormente por problemas de saúde, conforme aponta o relatório. Um ex-sócio do parque nega irregularidades e afirma que a licença foi renovada após inspeção.

As autoridades locais seguem com a investigação, apurando irregularidades no transporte e nas condições de manutenção dos animais. O caso envolve entender a responsabilidade pela morte das espécies.

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