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Boeing e a Marinha dos EUA realizam com sucesso voo de teste do MQ-25A

Boeing e Marinha dos EUA realizam com sucesso o primeiro voo de teste do MQ-25A Stingray, abrindo caminho para operação autônoma em porta-aviões

Primeiro voo do MQ-25A: conquista histórica para a Marinha americana e Boeing
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  • Boeing e a Marinha dos EUA realizaram com sucesso o primeiro voo de teste operacional do MQ-25A Stingray, com duração de duas horas.
  • A aeronave não tripulada taxou, decolou, voou, pousou e respondeu a comandos do Sistema de Controle de Missão de Aviação Não Tripulada (UAMSC) MD-5 de forma autônoma.
  • Os pilotos monitoraram a missão a partir do Ground Control Station (GCS) no Aeroporto MidAmerica St. Louis, em Mascoutah, Illinois, onde o programa tem sede.
  • O voo validou controles de voo, navegação e integração segura com o GCS, marcando o início da integração do Stingray à ala aérea embarcada em porta-aviões.
  • O MQ-25A é a porta de entrada da Marinha para aeronaves não tripuladas embarcadas, com quatro unidades do Modelo de Desenvolvimento de Engenharia (EDM) previstas em contrato de US$ 805 milhões.

A Boeing e a Marinha dos EUA concluíram com sucesso o primeiro voo de teste operacional do MQ-25A Stingray, uma aeronave não tripulada. O voo aconteceu em 25 de abril, no Aeroporto MidAmerica St. Louis, em Mascoutah, Illinois, com duração de cerca de duas horas. A missão avaliou taxiar, decolar, voar, pousar e responder a comandos do sistema MD-5 de controle de missões.

Pilotos da Boeing e da Marinha operaram a aeronave a partir do GCS local, monitorando o desempenho durante a missão previamente planejada. O Stingray executou o plano de voo, validando controles de voo, navegação e integração com o sistema de controle de missão.

O teste marca o avanço rumo à integração do MQ-25A à ala aérea embarcada, abrindo caminho para o reabastecimento em voo autônomo. O objetivo é ampliar alcance operacional de grupos aéreos navais e permitir que caças se concentrem em suas funções.

A Marinha descreve o MQ-25A como a porta de entrada para operações conjuntas no convés de porta-aviões, com a capacidade de reabastecimento aéreo autônomo. A parceria com a Boeing envolve a entrega de quatro aeronaves do modelo EDM sob contrato de US$ 805 milhões.

Segundo a Boeing, o sucesso do voo reflete anos de aprendizado com o protótipo T1 e representa amadurecimento do programa. Autoridades destacam que o Stingray é o sistema autônomo mais complexo já desenvolvido para o ambiente naval.

Futuramente, a equipe planeja novos voos de teste no mesmo aeroporto para validar controles e capacidades antes da transferência para a Estação de Patuxent River, em Maryland, para qualificações em porta-aviões.

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