- O pinhão é rico em fibras, vitaminas do complexo B, C e E, além de minerais como potássio, magnésio, ferro, cálcio, fósforo e zinco.
- Contribui para o funcionamento do intestino, ajuda a prolongar a saciedade e pode colaborar no controle da glicemia.
- Possui gorduras boas, incluindo ômega seis e ômega nove, que ajudam a reduzir o colesterol LDL.
- Contém antioxidantes, como luteína, que protegem os olhos e ajudam a combater o envelhecimento precoce.
- O alimento é sazonal (safra de março a julho) e pode ser usado em diversas receitas, desde pratos quentes até sobremesas.
O pinhão, semente típica de festas juninas, ganha destaque pelos seus benefícios nutricionais. Rico em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, pode contribuir para o funcionamento intestinal, controle da glicemia e saúde cardiovascular.
Segundo especialistas, a energia varia de forma gradual ao longo do dia, o que ajuda a modular o apetite, além de oferecer proteção ao coração e fortalecimento do sistema imunológico.
Entre os minerais presentes estão potássio, magnésio, ferro, cálcio, fósforo e zinco, aliados à fibra que favorece a saciedade. Também há vitaminas do complexo B, C e E.
As gorduras presentes são em maior parte boas, como ômega 6 e 9, associadas à melhoria do perfil lipídico e à redução do LDL. Antioxidantes como a luteína ajudam na proteção ocular.
O pinhão é um alimento sazonale, com safra entre março e julho, o que realça seu sabor e potencial de consumo. A versatilidade permite uso em diversas preparações.
Como incluir na dieta
Pode integrar sopas, risotos, saladas, nhoques, pães e bolos, além de doces como brigadeiro e paçoca. A variedade enriquece o cardápio sem perder o sabor tradicional.
Ao inserir de forma equilibrada na rotina, o pinhão pode colaborar com estratégias de bem-estar ao longo do tempo, segundo a nutricionista Sabina Donadelli. A semente entrega sabor e valor nutricional.
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