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Barrinhas de proteína entenda as armadilhas nos rótulos

Especialistas alertam que barra com “proteína” no rótulo nem sempre é saudável; alto valor calórico, gorduras saturadas, açúcares e aditivos costumam acompanhar.

Proteína no rótulo não garante que barra seja saudável, dizem especialistas
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  • Proteína no rótulo não garante barra saudável: a presença do nutriente não define qualidade ou benefício geral do alimento.
  • Geralmente são muito calóricas e podem ter pouca fibra, gordura saturada, açúcares adicionados e aditivos químicos.
  • Pode fazer sentido em situações específicas, como viagens ou falta de outras opções de alimentação, desde que não substituam refeições habituais.
  • Importante avaliar o rótulo: o primeiro ingrediente indica o que há em maior quantidade; prefira itens sem açúcar ou gorduras no topo da lista.
  • O mercado tem se expandido, com a compra da Bold Snacks pela Ferrero em março, aumentando a presença dessas barras nas prateleiras.

A barra de proteína tem ganhado espaço nas prateleiras do varejo brasileiro, prometendo praticidade e energia. Ela aparece em diversos sabores, incluindo opções com nomes sugerindo marcas conhecidas. Especialistas alertam que o rótulo não define saúde e que o peso nutricional depende da composição.

O avanço desse mercado envolve empresas de fora do universo fitness. Em março, a Ferrero, dona de Nutella e Tic Tac, anunciou a compra da Bold Snacks, fabricante brasileira de barras de proteína. A aquisição ilustra o interesse por esse segmento em expansão.

Proteína no rótulo não garante saúde, dizem especialistas. Embora tenha função estrutural no organismo, a proteína não torna automaticamente o alimento saudável. Barras costumam ser calóricas, o que pode influenciar a dieta diária, segundo o pesquisador.

Red flags apontadas por especialistas incluem baixo teor de fibra, alto conteúdo de gordura saturada, açúcares adicionados e aditivos. Quando a barra contém carboidratos simples, pode não convier a pessoas com diabetes ou que buscam controle glicêmico.

Para quem faz sentido consumir, as barras podem ser úteis em situações pontuais, como viagens, quando não há acesso a refeições reais. Mesmo assim, não devem substituir refeições regulares, orientam nutricionistas. Avaliar dieta, treino e necessidades individuais é essencial.

De olho na tabela nutricional, a recomendação é priorizar o ingrediente principal informado no topo da lista. Evite produtos em que açúcar, xaropes ou gorduras estejam entre os primeiros itens. A orientação é buscar opções com balanceamento adequado.

Alternativas saudáveis para proteínas incluem ovos cozidos, iogurte natural ou grego, sanduíches com proteína e patês, além de opções vegetais como tofu e leguminosas. Essas escolhas costumam oferecer maior saciedade sem excesso de aditivos.

O que você precisa saber

Notícias sobre saúde e bem-estar indicam que alguns temas exigem cautela. Doenças psicossomáticas referem-se a sintomas físicos relacionados a fatores emocionais, com manifestação repetida ou prolongada. A compreensão envolve pesquisas em psicologia e medicina.

Outro destaque é o uso de Inteligência Artificial para treino físico. Atletas iniciantes recorrem ao CoachGPT para montar rotinas, o que pode acelerar ganhos sem orientação humana. Especialistas destacam a importância de validação técnica e acompanhamento profissional.

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