- A DPZ tem usado ferramentas de IA para abrir novas oportunidades para clientes.
- A parceria com Symphony, IA do TikTok, ajudou a recomendar a Yara, assistente virtual da Ypê.
- O CEO Benjamin Yong afirma que a IA funciona como braço biônico do profissional; hoje quase todo mundo na agência a utiliza.
- A entrevista está no episódio #236 do programa Mídia e Marketing.
- A DPZ tem quase sessenta anos e ficou conhecida por campanhas icônicas como Garoto Bombril, Baixinho da Kaiser e Leão do Imposto de Renda.
A DPZ, uma das agências de publicidade tradicionais do Brasil, tem utilizado ferramentas de inteligência artificial para ampliar oportunidades para clientes. Um exemplo envolve a integração da IA Symphony, do TikTok, para sugerir a Yara, assistente virtual da Ypê, como recurso de atendimento.
Segundo o CEO da DPZ, Benjamin Yong, a IA funciona como um braço biônico do profissional, ampliando a capacidade criativa e operacional da equipe. Ele afirma que, hoje, quase todos os profissionais da agência recorrem à IA no dia a dia.
O episódio #236 do programa Mídia e Marketing, publicado nesta semana, apresenta a visão de BJ sobre IA e transformação digital. O programa está disponível na íntegra para quem quiser acompanhar a entrevista.
A DPZ completa quase seis décadas de atuação, com campanhas icônicas que entraram para a história da publicidade brasileira. Entre elas estão o Garoto Bombril, o Baixinho da Kaiser e o Leão do Imposto de Renda.
Panorama e contextualização
A agência destaca a IA como elemento de inovação que acompanha a cultura digital e o dinamismo dos negócios. A mudança não é apenas de ferramenta, mas de modelo de operação e atração de talentos.
Essa visão de startup dentro de uma marca tradicional tem objetivo de reorganizar processos, mantendo a tradição criativa que marcou a história da DPZ ao longo dos anos.
Estratégia e futuro
A DPZ reforça que a IA deve elevar a qualidade criativa, e não apenas acelerar tarefas. O foco é manter o toque humano para gerar soluções originais e relevantes, alinhadas aos objetivos de cada cliente.
O CEO aponta que o maior desafio é manter a colaboração interna, fazendo com que todos se reconheçam na construção de um projeto comum.
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