- Amazônia registrou queda de 17% no desmatamento no primeiro trimestre de 2026, conforme dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
- Apesar do resultado positivo, especialistas avisam que a tendência pode mudar nos próximos meses devido a condições climáticas previstas para a região.
- No Live CNN, o analista Pedro Côrtes ressaltou que março apresentou repique nos índices e que a fiscalização não pode recuar.
- A entrada do El Niño deve reduzir as chuvas na região Norte, aumentando o risco de incêndios florestais e de desmatamento por queima.
- O Brasil assumiu o compromisso de zerar o desmatamento até 2030, e os dados da Imazon são divulgados mensalmente para monitoramento.
A Amazônia registrou queda de 17% no desmatamento no 1º trimestre de 2026, segundo o Imazon. Mesmo com o resultado, especialistas alertam que a queda pode ser revertida diante das condições climáticas previstas.
O analista de Clima e Meio Ambiente da CNN Brasil, Pedro Côrtes, explicou durante o Live CNN que a tendência de redução é visível, mas houve um repique em março. A fiscalização não pode regredir, argumenta.
El Niño e Chuvas na Região Norte
O El Niño deve reduzir significativamente as chuvas na região Norte, aumentando o risco de incêndios e afetando a navegação dos rios amazônicos, que já apresentaram queda de vazão em episódios anteriores.
A preocupação é que a floresta perca umidade, elevando a probabilidade de queimadas associadas ao desmatamento, segundo o especialista. Riscos ambientais e fiscais aparecem como próximos desafios.
O Brasil assumiu o compromisso de zerar o desmatamento até 2030, exigindo fiscalização contínua e políticas públicas eficazes. Os dados do Imazon são divulgados mensalmente para acompanhar a evolução na Amazônia.
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