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Estudo indica eficácia de iniciar dois medicamentos ao mesmo tempo em cardiopatas

Análise de seis meses com sessenta e dois pacientes aponta que iniciar dois fármacos simultaneamente em insuficiência cardíaca é viável e seguro, sem aumento de efeitos adversos

Análise feita em Portugal não identificou aumento de efeitos adversos em comparação ao modelo tradicional
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  • Estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto avaliou iniciar dois tratamentos ao mesmo tempo em pacientes com insuficiência cardíaca, considerando a prática viável e segura.
  • A pesquisa foi realizada ao longo de seis meses com sessenta e dois participantes: vinte e nove no grupo simultâneo e trinta e três no grupo sequencial; idade média de sessenta e oito anos, maioria masculina.
  • Não houve aumento de complicações graves no grupo que iniciou os dois fármacos simultaneamente, nem pior tolerância renal, hipotensão grave ou alterações severas de potássio.
  • A abordagem pode acelerar o acesso às terapias recomendadas por organizações internacionais.
  • A insuficiência cardíaca é uma doença crônica grave, com sintomas como falta de ar e retenção de líquidos; em Portugal, estima-se que mais de meio milhão de pessoas convivem com a enfermidade.

Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto analisou iniciar dois fármacos ao mesmo tempo em pacientes com insuficiência cardíaca. A pesquisa indicou que a estratégia é viável e segura, podendo acelerar o acesso às terapias recomendadas por organizações internacionais.

A análise acompanhou 62 pacientes ao longo de seis meses, com 29 no grupo que começou os dois tratamentos simultaneamente e 33 no grupo com iniciação sequencial. A idade média foi de 68 anos, e a maioria era masculina.

Não foram observadas mais complicações graves no grupo de início duplo, nem sinais de pior tolerância renal. Também não houve piora relevante na pressão arterial nem alterações graves de potássio entre os participantes.

A insuficiência cardíaca é uma doença crônica grave que provoca falta de ar e retenção de líquidos, sendo uma das principais causas de mortalidade entre pessoas com mais de 65 anos. Em Portugal, estima-se que mais de meio milhão de pessoas vivem com a enfermidade.

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