- A competição, apelidada de “Olimpíada de espermatozoide” (SpermRacing), premiará US$ 100 mil para o vencedor, cerca de R$ 500 mil.
- O evento acontece em maio, em São Francisco, Califórnia, criado por Eric Zhu, Garret Niconienko, Nick Small e Shane Fan; mais de dez mil homens se inscreveram, mas apenas cento e vinte e oito amostras vão disputar.
- Cada amostra representará uma região diferente (Ásia/Oceania, Américas, África e Europa) como parte do formato de eliminatórias.
- Participantes precisam ter pelo menos dezoito anos, não podem ter doenças sexualmente transmissíveis e devem fornecer amostra sob regras regulatórias; o processamento inclui incubação, lavagem de espermatozoides, pipetagem e centrifugação.
- A corrida ocorre em uma pista microfluídica de quatrocentos micrômetros de distância, com cronometragem individual; o campeonato será transmitido online com telões exibindo progresso e dados de saúde dos competidores.
O que parecia improvável ganha contorno científico. Em maio, San Francisco, Califórnia, recebe a SpermRacing, conhecida como a “Olimpíada de espermatozoide”. O vencedor levará US$ 100 mil (cerca de R$ 500 mil). A competição busca destacar a fertilidade masculina por meio de uma corrida microscópica.
A proposta é promovida por Eric Zhu, Garret Niconienko, Nick Small e Shane Fan. A ideia é chamar a atenção para quedas históricas na contagem de espermatozoides, tema estudado por especialistas internacionais.
Mais de 10 mil homens de várias partes do mundo se inscreveram, incluindo EUA, Irã, Israel e Coreia do Norte. Ao todo, 128 amostras de sêmen vão participar, representando regiões distintas: Ásia/Oceania, Américas, África e Europa.
Como funciona a competição. Participantes devem ter pelo menos 18 anos, não apresentar doenças sexualmente transmissíveis e estar aptos a fornecer amostras conforme regulamento. Cada participante recebe um kit para envio da amostra à Califórnia.
As amostras passam por técnicas laboratoriais avançadas, como incubação, lavagem, pipetagem e centrifugação, para isolar células viáveis, segundo Zhu. A partir daí, os velhos esportivos são cronometrados e observados sob microscópio numa pista microfluídica.
A corrida ocorre em uma distância de 400 micrômetros, equivalente ao tamanho de um grão de sal. O formato é eliminatório, com rodadas que terminam em confrontos diretos até surgir o campeão.
Durante a competição, uma microcorrente controla o ambiente, criando resistência que testa a velocidade de cada célula reprodutiva. O tempo de prova varia de segundos a mais de 40 minutos, conforme o desempenho.
A transmissão será online, com telões exibindo o progresso, a classificação e até dados de saúde dos competidores, como composição corporal e biomarcadores, segundo a organização.
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