- O Verniz Afastinsetos, criado pelo engenheiro químico Itamar Viana, já tem autorização da Anvisa e validação de protocolo da OCDE.
- Em 19 de março de 2026, o inventor foi recebido pelo embaixador de Camarões em Brasília, que formalizou apoio para testes e implantação da tecnologia no país.
- O produto, à base de água, pode ser aplicado em paredes, portas, rodapés, móveis e áreas externas, formando uma camada invisível que não altera cor, textura ou cheiro.
- O mecanismo ativa apenas quando o mosquito pousa na área tratada, liberando microdoses do princípio ativo para reduzir sobrevivência e capacidade de transmissão do mosquito.
- Caso os testes em campo sejam bem-sucedidos, pretende-se ampliar parcerias com instituições locais, integrar políticas de saúde e expandir para outros países africanos com alta incidência da malária.
O Verniz Afastinsetos, desenvolvido pelo engenheiro químico Itamar Viana, recebeu apoio formal da Embaixada da República de Camarões no Brasil para testar sua eficácia contra o mosquito Anopheles, transmissor da malária. O produto já está autorizado pela Anvisa e validado por protocolo da OCDE.
Dados da OMS, divulgados pela ONU, indicam que em 2023 houve cerca de 263 milhões de casos de malária e quase 600 mil óbitos. Cerca de 95% dessas mortes ocorreram em regiões africanas, onde o acesso a prevenção e tratamento é mais limitado.
No dia 19 de março de 2026, Viana foi recebido em audiência pelo embaixador S.E. Martin A. MBENG, na Embaixada de Camarões em Brasília. Foi emitido o Ofício n.º 135/ACBR/PS, que envolve o Ministério da Saúde de Camarões para criar um ambiente institucional favorável à implementação da tecnologia no país.
Próximos passos
O produto, formulado à base de água, pode ser aplicado em paredes, portas, rodapés, móveis e áreas externas. Após a secagem, forma uma camada protetora invisível que não altera cor, textura ou cheiro.
O mecanismo atua quando o mosquito pousa na área tratada, liberando microdoses do princípio ativo. Em laboratório credenciado, o Verniz Afastinsetos alcançou 100% de eficácia contra o Aedes aegypti em 24 horas; agora visa o Anopheles.
Com o suporte de Camarões, devem ocorrer testes de campo com o mosquito, parcerias com instituições locais e integração com políticas de saúde. Se bem-sucedida, a tecnologia pode fortalecer o combate à malária em áreas com alta incidência.
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