Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

JN na China mostra cidade na vanguarda da criação de robôs

Shenzhen vira polo de robótica, com linha de produção de 10 mil humanoides por ano, destacando avanços e questionamentos sobre substituição e governança

JN na China: série especial chega ao destino final e mostra cidade que está na vanguarda da criação de robôs — Foto: Reprodução/TV Globo
0:00
Carregando...
0:00
  • Correspondentes mostram Shenzhen, pista de acesso ao que chamam de Vale do Silício da China, centro avançado em robôs humanoides.
  • Perto de Shenzhen, a China inaugurou a primeira linha de produção de humanoides, capaz de fabricar 10 mil unidades por ano.
  • O país já reúne mais de 140 empresas nesse segmento, com cerca de 330 versões diferentes de robôs humanoides.
  • Robôs já atuam em diversos setores: orientação de passageiros no metrô em Cantão, atendimento em farmácias em Pequim e até tarefas na colheita de maçãs, entre outros usos, com muitos operando por controle remoto.
  • O objetivo é chegar a robôs verdadeiramente autônomos, baratos o suficiente para venda em massa e exportação, alimentando inteligência artificial e desafiando concorrentes internacionais.

O Jornal Nacional levou aos telespectadores uma visão sobre Shenzhen, capital chinesa da inovação em robótica. A equipe, formada por Felipe Santana e Lucas Louis, acompanhou ao vivo a cidade que representa a vanguarda da criação de robôs humanoides. A visita ocorreu nesta sexta-feira (1º), durante a etapa final da série especial na China.

Shenzhen, vinda de uma vila de pescadores para um polo tecnológico, ganhou o apelido de Vale do Silício da China. O local evoluiu ao longo de décadas, impulsionado por Deng Xiaoping e a abertura econômica, para abrigar gigantes da tecnologia e centros de pesquisa em robótica.

A região inaugura perto de Shenzhen a primeira linha de produção de humanoides, com capacidade de produzir 10 mil unidades por ano. Os robôs já participam de operações em montadoras e com tarefas variadas, como atendimento e logística, demonstrando avanços significativos na coordenação motora e na visão computacional.

Produção de humanoides na China

Ao lado de Shenzhen, o país abriga mais de 140 empresas do setor, com cerca de 330 modelos de robôs humanoides registrados. Em Cantão, um robô já orienta passageiros; em Pequim, há modelos em farmácias e comércio. O desafio é reduzir custos para ampliar a adoção doméstica.

O avanço ocorre em meio a uma corrida global, com competidores como os Estados Unidos, que promovem robôs de uso doméstico e industrial. O mercado é visto como estratégico para dados, automação e desenvolvimento de IA, segundo fabricantes e analistas.

Mercado e competição

O governo chinês investe em centros de treinamento para humanoides, simulando situações reais para reduzir erros operacionais. Mesmo com progressos, os robôs ainda dependem de supervisão humana, operando amplamente sob controle remoto ou via automação assistida.

O programa tecnológico chinês aponta para a exportação de máquinas que coletarão dados globais sobre funcionamento industrial e controladores. A expectativa é ampliar a autonomia dos modelos, acelerando inovações em IA e robótica.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais