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Nível do Cantareira segue em queda na Grande São Paulo

Nível do Cantareira continua em queda na Grande São Paulo, com o SIM em recuo e previsão de chuva abaixo da média nos próximos meses

Represa com pouca água visível, cercada por terra seca e áreas de vegetação esparsa. Colinas verdes e árvores ao fundo sob céu azul com poucas nuvens.
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  • O nível do sistema Cantareira caiu para 42,5% da capacidade total em 30 de maio, frente a 43,8% em 9 de abril, marcando queda de 1,3 ponto percentual em três semanas.
  • O Sistema Integrado Metropolitano (SIM) passou de 56,5% em 9 de abril para 54,5%, uma redução de dois pontos percentuais.
  • A chuva nos primeiros quatro meses de 2026 ficou aquém da média histórica na capital, com 598,9 milímetros contra 865,9 milímetros esperados.
  • Em resumo, a chuva menor ajuda a manter a pressão sobre os reservatórios, mesmo com chuvas recentes na Grande São Paulo, que não foram suficientes para reverter o quadro.
  • Desde a crise hídrica, a Sabesp realiza obras para ampliar a segurança hídrica, incluindo integração de sistemas, modernização de redes e redução de perdas; a Arsesp mantém a redução de pressão das redes das 19h às 5h, desde agosto anterior, para economizar água.

O Cantareira, principal reservatório da região metropolitana de São Paulo, continua registrando queda no volume. No fim de março houve leve alta devido às chuvas de fim de verão, mas desde 9 de abril os registros voltaram a cair. Nesta quinta-feira, o Cantareira operava com 42,5% da capacidade total, queda de 1,3 ponto percentual em três semanas.

O Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que reúne outros seis mananciais, caiu de 56,5% em 9 de abril para 54,5% nesta semana. A explicação apontada é o baixo volume de chuvas nos primeiros quatro meses do ano.

Chuvas não repondo mananciais

Segundo o Inmet, a estação Mirante de Santana, na zona norte, acumulou 598,9 mm de janeiro a abril, abaixo da média histórica de 865,9 mm para o período. Considerando apenas a água que cai sobre os reservatórios do Cantareira, foram 58,3 mm em abril contra 80 mm previstos.

Nas previsões para os próximos cinco meses, a chuva somaria cerca de 290 mm, ainda abaixo da média para o período. Em igual faixa do ano passado, houve 183,4 mm, o que não garante recuperação dos níveis.

Medidas e impactos

A Sabesp tem promovido ações para ampliar a segurança hídrica, como a integração entre sistemas produtores e reforço da rede para reduzir perdas. A Arsesp manteve a redução de pressão da água na região metropolitana entre 19h e 5h, desde agosto, mesmo com melhoria pontual dos níveis.

Entre agosto e março, a economia estimada de água com a medida foi de 126,46 bilhões de litros, volume suficiente para atender ao consumo mensal de cerca de 22,18 milhões de pessoas.

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