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Frontier: supercomputador poderoso busca viabilizar reatores de fusão nuclear

Frontier, um dos mais potentes sistemas exa, apoia estudo do plasma confinado por campos magnéticos, avançando fusão nuclear e simulações de supernovas

supercomputador Frontier
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  • O Frontier, supercomputadordo Oak Ridge National Laboratory, é um dos mais potentes do planeta e ocupa a segunda posição entre exaescale, atrás de El Capitan.
  • Pesquisadores utilizam Frontier e inteligência artificial para entender com maior precisão o comportamento do plasma confinado em campos magnéticos.
  • O plasma é um gás extremamente quente composto por partículas com carga elétrica, que pode ser contido dentro de um campo magnético.
  • O conhecimento visa melhorar simulações de explosões estelares conhecidas como supernovas, além de apoiar estudos de fusão nuclear em reatores experimentais.
  • A linha de pesquisa busca viabilizar o uso de reatores de fusão por meio da compreensão do plasma sob confinamento magnético.

O supercomputador Frontier, instalado no Oak Ridge National Laboratory (ORNL), é gerido pelo Departamento de Energia dos EUA. Entre as máquinas mais potentes do mundo, ocupa a segunda posição na classificação exa, atrás de El Capitan, nos Estados Unidos.

Pesquisadores do ORNL utilizam Frontier combinando IA para entender o comportamento do plasma confinado por campos magnéticos. O plasma, gás extremamente quente com partículas carregadas, é estudado para aprimorar a fusão nuclear.

Essa linha de pesquisa busca detalhar a dinâmica do plasma em reatores experimentais de fusão, com foco na estabilidade e no controle do confinamento magnético. O objetivo é melhorar simuladores e o planejamento de reatores.

Aplicação na fusão nuclear e astrofísica

A investigação também contempla o estudo de fenômenos cósmicos, como o papel do plasma em explosões estelares. Embora a meta imediata seja viabilizar reatores de fusão, os modelos podem contribuir para simulações de supernovas.

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