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Review do Asus Zenbook A16 (2026) avalia desempenho e recursos

Zenbook A16 oferece desempenho excepcional com Snapdragon X2 Elite Extreme, mas autonomia cai significativamente sob brilho alto, limitando uso off‑grid

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  • O Asus Zenbook A16 (2026) usa o Snapdragon X2 Elite Extreme, oferecendo desempenho superior em aplicações e gráficos, com maior compatibilidade de apps nativos, mas consome mais bateria.
  • Em benchmarks, o chip X2 Elite Extreme rendeu 50 a 100% mais rápido que sistemas concorrentes em Geekbench 6, e desempenho gráfico significativamente melhorado em relação a gerações anteriores.
  • O conjunto inclui CPU X2 Elite Extreme, 48 GB de RAM, SSD de 1 TB, tela OLED de 16 polegadas com 2880 x 1800 pixels e peso de 2,9 libras; chassis em Ceralumínio com magnésio.
  • Pontos negativos incluem acabamento bege único, teclado com curso das teclas muito curto, touchpad grande demais, e duração de bateria inferior a expectativas, cerca de 9,5 horas em reprodução de vídeo em tela ao máximo brilho.
  • O preço é de cerca de $1,7 mil, com configuração de alto desempenho compatível com tarefas de produção de conteúdo e uso diário, porém sem parecer uma máquina de jogos pesados e com limitações de compatibilidade de aplicativos 100%.

O Asus Zenbook A16 (2026) chega com o processador Snapdragon X2 Elite Extreme, divulgado pela Qualcomm como a série mais rápida, potente e eficiente para PCs com Windows. O notebook foca em desempenho bruto e em melhorias de compatibilidade de apps, mas sacrifica a duração de bateria em relação a gerações anteriores.

Aquecimento do mercado de chips móveis para Windows é o motor por trás do lançamento, que traz o Snapdragon X2 Elite Extreme ao mesmo tempo em que a Asus o utiliza para elevar o patamar de desempenho. A fabricante afirma que o A16 entrega ganhos significativos em tarefas gerais e gráficos, com benchmark amplamente favoráveis em Geekbench 6 e Cinebench 2024, segundo o review.

O conjunto de hardware do A16 inclui 48 GB de RAM, SSD de 1 TB e uma tela OLED de 16 polegadas com resolução de 2880 x 1800. O peso declarado é de 2,9 libras e a espessura chega a 0,65 polegadas. O chassi utiliza tecnologia Ceraluminum com adição de magnésio, o que favorece leveza e dissipação de calor, embora tenha apresentado certa oscilação da tela ao tocar.

Desempenho e experiência de uso

Nos testes, o A16 mostrou desempenho superior em Geekbench 6, com pontuação entre 50% e 100% acima de sistemas concorrentes com Intel ou AMD. Em relação ao MacBook M4 Pro, o Zenbook A16 ficou à frente em Geekbench, mas foi vencido no Cinebench 2024. A performance gráfica evoluiu consideravelmente, com quadros por segundo aproximadamente quadruplicando em testes específicos, tornando tarefas com gráficos mais pesados mais viáveis.

Design, tela e usabilidade

O display OLED é brilhante e colorido, com controles sensíveis ao toque. O teclado tem atuação rasa, o que pode dificultar a digitação contínua, e o touchpad é amplo demais para o conforto de alguns usuários. O sistema de som é compatível com Dolby Atmos e a refrigeração é suficiente para manter o notebook relativamente fresco sob carga. A conectividade oferece dois USB-C com USB4, USB-A, HDMI completo e leitor de cartões SD; uma das portas USB-C serve para carregamento com o adaptador de 130 W incluso.

Autonomia e preço

A autonomia caiu em relação a gerações anteriores: testes com brilho elevado indicam cerca de 9,5 horas de reprodução de video, em desacordo com a promessa de maior longevidade de chips Snapdragon anteriores. A fabricante aponta que, para o carregamento com adaptadores de maior potência, o tempo de recarga é relativamente curto, sem impactar o desempenho sob uso normal. Em relação ao preço, a avaliação citada situou o Zenbook A16 em torno de US$ 1.700 a US$ 2.000, com ressalvas sobre disponibilidade de memória RAM devido a dificuldades de suprimento no mercado.

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