- A pesquisa com dois mil americanos da RiseGuide aponta que quarenta e dois por cento da geração Z prefere as redes sociais ao sexo ao menos ocasionalmente; vinte e um por cento dizem fazer isso com frequência.
- Um em cada oito jovens afirma que navegar nas redes é mais prazeroso do que o sexo; vinte e três por cento dizem não ver diferença entre as duas experiências.
- O comportamento é associado ao fenômeno “A Grande Ausência de Desejo”, causado pela disponibilidade rápida de estímulos digitais para intimidade.
- O levantamento mostra que quarenta e quatro por cento passam seis horas ou mais por dia no celular e noventa e dois por cento sacrificam horas de sono para continuar online.
- Quarenta e nove por cento consideram o uso excessivo das redes como vicio, enquanto setenta e quatro por cento dizem que o hábito de rolar é tão ou mais viciante do que tabaco ou álcool.
Geração Z troca desejo sexual por redes sociais, aponta pesquisa. Um estudo do RiseGuide com 2 mil americanos mostra que 39% da geração Z prefere redes sociais ao sexo pelo menos ocasionalmente, e 21% faz essa escolha com mais frequência. O levantamento aponta que 8 em cada 100 jovens relatam prazer maior nas redes, enquanto 23% não veem diferença entre as duas experiências.
A pesquisa sinaliza uma possível “Grande Ausência de Desejo” entre jovens, associada à disponibilidade constante de estímulos digitais. A dopamina gerada pela tela pode tornar a navegação on-line mais imediata e previsível do que a intimidade tradicional.
Dados sobre uso de tecnologia ajudam a entender o cenário. 44% da geração Z passa seis horas ou mais por dia no celular, e 92% admitem abrir mão de sono para continuar navegando. O estudo também aponta que 20% chegam a ignorar necessidades básicas para permanecer on-line.
Impacto no desejo
Especialistas ressaltam limites da tecnologia nas relações humanas. Mesmo com ferramentas digitais e IA, a interação verdadeira pode faltar, com menos qualidade de conexão emocional.
Neuropsicóloga destaca que não há substituto real para o olhar e o toque. O consumo excessivo de redes pode reduzir a percepção de valor de outras experiências, incluindo a sexual.
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