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Chiado no peito em crianças no frio, como identificar e controlar a asma

Dia Mundial da Asma: frio e ar seco agravam crises em crianças, com tosse recorrente e cansaço, exigindo monitoramento rigoroso

Alertas no Dia Mundial da Asma
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  • No Dia Mundial da Asma, em 5 de maio, médicos destacam o impacto do frio e do ar seco no controle da doença em crianças, com tosse, chiado no peito e cansaço exigindo avaliação.
  • A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia aponta que cerca de vinte milhões de brasileiros têm asma, sendo aproximadamente cinco por cento em formas graves.
  • Sinais comuns em crianças são chiado no peito, tosse persistente principalmente à noite ou ao acordar, falta de ar e cansaço ao brincar ou mamar; a asma é recorrente e varia ao longo do tempo.
  • Fatores ambientais como poluição, mofo e umidade agravam as vias aéreas; poeira, ácaros, pelos de animais e vírus respiratórios podem disparar crises.
  • O controle da asma deve ser contínuo, com monitoramento e uso adequado de medicações; quando bem controlada, a criança pode ter vida normal, mesmo que os sintomas variem na infância.

No Dia Mundial da Asma, celebrado em 5 de maio, médicos alertam para a necessidade de investigar tosse persistente e cansaço em crianças, especialmente com o frio e o ar seco. A condição pode piorar quando as temperaturas caem.

Especialistas destacam que sinais como chiado no peito, tosse noturna e cansaço ao brincar não devem ser subestimados. O frio, aliado ao ar seco e ao confinamento em ambientes fechados, favorece crises agudas. Dados da ABRAAI apontam 20 milhões de brasileiros com asma, 5% em quadro grave.

Os médicos ressaltam ainda a dificuldade de diferenciar asma de quadros virais, o que pode atrasar o diagnóstico. O reconhecimento precoce dos sinais é crucial para evitar crises recorrentes e internações.

Fatores que agravam

Entre os fatores, a poluição urbana, mofo e umidade atuam diretamente nas vias aéreas, aumentando a inflamação. Mudanças climáticas intensificam a circulação de vírus e poluentes, elevando o risco de crises.

A relação entre asma e alergias também é central. Muitas crianças têm asma alérgica, desencadeada por substâncias comuns do ambiente, o que eleva a necessidade de monitoramento médico contínuo.

Controle da asma

A gestão deve ser contínua, com controle ambiental e uso correto de medicações. A falta de tratamento adequado pode levar a crises graves, emergências e queda na qualidade de vida.

Embora ainda sem cura, especialistas ressaltam que a asma pode ser bem controlada, permitindo vida normal na infância. Em alguns casos, sintomas diminuem com o crescimento, variando entre pacientes.

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