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China planeja duplicar sua estação espacial em órbita desde 2021

China planeja expandir Tiangong para seis módulos, elevando massa para cerca de 180 toneladas e tripulação para seis

Estação espacial chinesa
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  • A China planeja duplicar a estação espacial Tiangong, em órbita desde 2021, ampliando-a com mais módulos.
  • O desenho passará de uma forma de T com três módulos para uma cruz com seis módulos, aumentando a massa para cerca de 180 toneladas.
  • A capacidade de tripulação pode chegar a seis astronautas, alinhando-a mais com a ocupação permanente prevista para a Estação Espacial Internacional.
  • Um quarto módulo poderá ser adicionado aos três atuais, com múltiplas portas de acoplamento para futuras unidades.
  • Os planos acompanham avanços como testes de foguetes reutilizáveis e cooperação com a Rússia para uma estação lunar.

A China planeja ampliar sua estação espacial Tiangong, lançada em órbita em 2021. Segundo a emissora estatal CCTV, a estrutura deve passar de 3 para 6 módulos, mudando de formato de T para cruz. O objetivo é aumentar a capacidade de pesquisa e abrir a estação a astronautas de países aliados.

Atualmente, Tiangong tem massa de cerca de 100 toneladas, volume pressurizado de 340 m³ e acomoda até três astronautas. A mudança elevaria a massa para cerca de 180 toneladas, sem ultrapassar a capacidade da Estação Espacial Internacional, que recebe até sete tripulantes.

Expansão planejada

Com o novo módulo, a Tiangong dedicará espaço a futuras unidades, mantendo portas de acoplamento para ampliar a flexibilidade de pesquisa. A ideia é ter um quarto módulo adicional, conectando-se aos três existentes para ampliar a capacidade de missões permanentes.

A reconfiguração ampliaria a possibilidade de participação de países aliados, conforme adiantou a CCTV. Ainda não há data oficial de implementação, nem detalhes sobre critérios de participação externa.

Resultados dos planos incluem a continuidade do desenvolvimento de tecnologias associadas, como testes de trens de foguetes reutilizáveis e a cooperação com Rússia para estudos de exploração lunar, já anunciados pela comunidade espacial chinesa.

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