- O IBGE lançou uma versão invertida do mapa-mundi com o Brasil no centro, chamada Riqueza de Espécies 2025, em celebração aos 90 anos da instituição.
- O mapa apresenta a riqueza de espécies e as proporções reais entre os continentes.
- O indicador de riqueza de espécies mede a quantidade de espécies de anfíbios, pássaros, mamíferos, répteis, crustáceos e peixes de água doce por cada 100 quilômetros quadrados.
- As cores apontam o grau de biodiversidade: verde para maior riqueza (como o Brasil) e vermelho para menor (como a Rússia).
- Maria do Carmo Dias Bueno, diretora de Geociências, ressalta que a orientação norte-sul em mapas é uma convenção cartográfica, não um erro técnico, e que há vieses de leitura associados.
O IBGE lançou uma nova versão do mapa-múnidi invertido, com o Brasil no centro e foco na biodiversidade. O lançamento ocorreu na segunda-feira, 4 de maio, como parte das comemorações dos 90 anos da instituição. O mapa é intitulado “Riqueza de Espécies 2025”.
A representação mostra a riqueza de espécies e a distribuição de continentes em proporções reais. O indicador mede a quantidade potencial de espécies de anfíbios, aves, mamíferos, répteis, crustáceos e peixes de água doce por 100 km².
Mapa invertido
O objetivo é oferecer uma nova perspectiva sobre o mundo, destacando países com maior biodiversidade em tons de verde e os com menor diversidade em tons de vermelho, como ocorre com a Rússia em áreas cobertas de neve.
Segundo a diretora de Geociências, a convenção de posicionar o norte no topo não caracteriza erro técnico, apenas viés de leitura. Ela ressalta que a orientação cartográfica pode influenciar percepções sobre riqueza e valor regional.
A iniciativa faz parte de uma série de mapas lançados pelo IBGE para ampliar o entendimento público sobre biodiversidade global. As informações ajudam a visualizar padrões de riqueza de espécies em escala continental e mundial.
Entre na conversa da comunidade