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Molécula isolada no fundo do mar pode atrasar relógio biológico em até 15 anos

Molécula isolada no fundo do mar pode atrasar o relógio biológico humano em até quinze anos, abrindo caminho para terapias de longevidade com testes clínicos em andamento

Cientistas conseguem isolar pela primeira vez no fundo do mar a molécula que pode atrasar o relógio biológico humano em até 15 anos
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  • Cientistas da Universidade de San Diego isolaram, pela primeira vez, no fundo do mar, uma molécula capaz de atrasar o relógio biológico humano em até 15 anos, segundo a pesquisa.
  • A descoberta veio de exploração de fossas abissais, com coleta de esponjas raras, sob uso de submarinos que aguentam altas pressões.
  • Em testes in vitro, o antioxidante age nos telômeros, estabilizando o DNA e prevenindo o envelhecimento celular; impactos observados incluem redução do estresse oxidativo nas mitocôndrias, recuperação da elasticidade de tecidos e reversão de danos celulares.
  • As próximas etapas envolvem testes clínicos para checar segurança, dosagem e absorção pelo corpo, com foco inicial em doenças degenerativas ligadas à idade, como o Alzheimer.
  • A previsão é de que terapias baseadas nessa molécula levem alguns anos para aprovação regulatória antes de chegar aos pacientes.

Cientistas isolou pela primeira vez, no fundo do mar, uma molécula capaz de atrasar o relógio biológico humano em até 15 anos. A descoberta traz potencial transformador para a medicina regenerativa.

Pesquisadores da Universidade de San Diego, em parceria com biólogos marinhos, coletaram esponjas raras em fossas abissais. A extração ocorreu com apoio de submarinos de alta pressão, em ambiente extremo.

O estudo mostra que o antioxidante atua sobre os telômeros, protegendo o DNA celular. Em testes in vitro, o composto reduziu o estresse nas mitocôndrias e contribuiu para a recuperação de tecidos.

Descoberta nas profundezas

A pesquisa indica que o composto estabiliza estruturas genéticas, impedindo envelhecimento celular acelerado. Autores destacam melhoria de elasticidade tecidual e reversão de danos acumulados.

Os resultados, ainda em etapas de laboratório, reforçam o interesse da comunidade científica em explorar moléculas marinhas para aplicações humanas. Dados são de estudos publicados pela equipe.

A equipe ressalta que, apesar do avanço, é preciso validar dose, absorção e segurança em humanos antes de qualquer uso clínico.

Próximos passos e perspectivas

Especialistas preveem anos de desenvolvimento regulatório. O foco inicial fica no tratamento de doenças degenerativas relacionadas à idade, como Alzheimer, antes de terapias amplas.

Pesquisas em andamento descrevem três frentes: isolamento, avaliação de eficácia e estudo de possíveis efeitos colaterais. As etapas seguem com testes pré-clínicos e ensaios clínicos.

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