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Estudantes de Cornell ajudam NASA em segurança de drones no céu

Alunos de Cornell ajudam a NASA a testar gestão de tráfego de drones com simulação integrada e voos reais, visando mobilidade aérea avançada segura

Students from Cornell University are shown working with an air transportation management tool in which a real drone flying over a remote field thinks its operating with imaginary drones flying in a simulated urban environment. Their work is the result of a NASA grant that is part of the agency’s University Student Research Challenge.
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  • Estudantes da Cornell, com apoio da Nasa via o University Student Research Challenge, trabalham em um sistema nacional de gestão de tráfego de drones para operar com segurança em conjunto.
  • O objetivo é permitir a deconflagração tática entre múltiplos drones, aproximando-se do conceito de mobilidade aérea avançada.
  • O projeto combina mundo simulado e real: testes em ambiente urbano simulado e, no campo, dois drones com simulação em tempo real a bordo.
  • Foram realizadas dez mil corridas com mais de um milhão de trajetórias e mais de duzentas mil horas de experimentação para entender a coordenação descentralizada.
  • A Nasa, a indústria e a Administração Federal de Aviação manifestaram interesse, inclusive para reconstruir incidentes virtuais de 2025 e simular incêndios na Califórnia para aprimorar operações.

Cornell University está desenvolvendo um sistema nacional de gestão do tráfego de drones, capaz de permitir a operação simultânea de milhares de aparelhos com segurança. O projeto é conduzido por Mehrnaz Sabet, pesquisadora e principal investigadora, com financiamento da NASA por meio do University Student Research Challenge (USRC).

O trabalho busca integrar mundos simulados e reais para testar como drones aprendem a lidar com condições adversas e ajustam suas rotas sem intervenção humana. A ideia é espelhar a flexibilidade do tráfego rodoviário no espaço aéreo, mantendo a devida deconflictação.

A equipe criou um ambiente urbano virtual para avaliar modelos de tráfego, algoritmos de separação e dados de operação de alto volume. Em seguida, inseriu esse experimento em drones reais para confirmar a aplicabilidade prática das simulações.

Para ampliar os testes, os estudantes já operaram dois drones simultaneamente, executando simulações a bordo e coordenando trajetórias reais com as simuladas. Em cenários de risco, foram avaliados mecanismos de detecção, evasão e coordenação de manobras.

Parimal Kopardekar, responsável pela NASA no programa de Operações e Segurança de Espaço Aéreo, destacou o desempenho da equipe, que realizou milhares de execuções e dezenas de milhares de trajetórias para entender a coordenação entre múltiplos agentes.

Os resultados são de interesse tanto da indústria quanto da Administração Federal de Aviação (FAA), que acompanha a evolução do sistema para avaliações de operações com maior complexidade. A agência já solicitou simulações de incidentes reais para estudo de prevenção de acidentes.

Entre os casos estudados, destaca-se a reprodução de uma colisão envolvendo drones e uma estrutura fixa na Arizona, em 2025, além de simulações de incêndios na Califórnia para avaliar apoios a equipes de segurança pública e controle de tráfego de aeronaves.

A Cornell mantém o foco na construção de fundamentos para a operação autônoma segura em larga escala, com a NASA apoiando pela USRC e pela busca por soluções de mobilidade aérea avançada. O objetivo é avançar para operações urbanas com maior autonomia.

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