- O governo dos EUA prepara um voo de repatriação para os americanos a bordo do navio de cruzeiro no centro do surto de hantavírus, anunciou o Departamento de Estado.
- O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) está enviando equipes para receber o MV Hondius quando chegar às Canárias.
- A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou, até sexta-feira, oito casos: cinco confirmados e três suspeitos de hantavírus.
- Autoridades britânicas indicaram um possível novo caso de hantavírus de um cidadãos britânico em Tristan da Cunha, ilha remota no Atlântico Sul, onde o navio fez parada.
- Três pessoas morreram em decorrência do surto, e moradores de diversos países seguem monitorados após desembarque do Hondius; a cepa identificada é o vírus Andes, com transmissão de humano para humano, embora o risco ao público seja considerado baixo.
O Departamento de Estado dos EUA informou que está sendo organizado um voo de repatriação para os americanos a bordo do navio de cruzeiro no centro do surto de hantavírus, com o Hondius se aproximando das Ilhas Canárias.
O CDC enviará equipe para acompanhar a chegada do Hondius às Canárias e apoiar avaliações médicas dos ocupantes. A confirmação oficial veio na sexta-feira.
Contexto epidemiológico
A Organização Mundial da Saúde reportou oito casos até sexta-feira, sendo cinco confirmados e três sob investigação. Um caso suspeito de hantavírus foi registrado em um nacional britânico em Tristan da Cunha, ilha remota no Atlântico Sul, onde o navio realizou paradas em abril.
Três pessoas morreram em decorrência do surto ligado ao Hondius. Diversos passageiros e residentes de vários países estão sendo monitorados após desembarque.
As autoridades indicam que o vírus em questão é uma variante do Andes vírus, capaz de transmissão entre humanos. A origem provável envolve um casal holandês infectado fora do navio, durante atividades de expedição na região. O risco para o público em geral é considerado baixo pela OMS.
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