- Cinco pessoas foram confirmadas com hantavírus, e outras três são suspeitas, segundo a Organização Mundial da Saúde.
- Três pessoas morreram e moradores de diversos países estão em monitoramento após o contato com viajantes de um cruzeiro ligado aos casos.
- A OMS mantém o risco de saúde pública como baixo e afirma que não se trata do início de epidemia ou pandemia.
- O hantavírus é normalmente transmitido por roedores; a transmissão entre pessoas é rara e ocorre principalmente por contato com urina, fezes ou saliva de roedores.
- Não há vacina e o tratamento é de suporte clínico precoce; o surto registrado envolve a cepa Andes, encontrada na América do Sul.
Um surto de hantavírus ligado a um cruzeiro teve confirmação de cinco pessoas infectadas e três consideradas suspeitas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Três vítimas faleceram, e autoridades monitoram contatos de viajantes que desembarcaram ou conviveram com eles em diferentes países.
A OMS informou que o risco à saúde pública é baixo e ressaltou que não se trata de o início de uma epidemia ou pandemia. Especialistas destacam que o hantavírus é diferente de SARS-CoV-2 e não se dissemina facilmente entre pessoas.
O caso atual envolve a cepa Andes, identificada em laboratório e associada a transmissão pessoa a pessoa em um cenário de cruzeiro. Em ambientes fechados, como navios, o risco pode aumentar por proximidade e contatos diretos.
Especialistas explicam que hantavírus é transmitido principalmente por roedores, por meio de urina, fezes ou saliva. A transmissão entre pessoas é rara, ocorrendo apenas com contato próximo e prolongado.
Não há vacina específica, e o tratamento é de suporte clínico precoce para melhorar a sobrevivência. As taxas de mortalidade variam conforme a doença causada pela hantavírus, variando de menos de 1% a até 50%.
Casos anteriores de hantavírus nos Estados Unidos ocorreram principalmente na região Four Corners, mas a cepa atual não é conhecida por disseminação entre pessoas em larga escala. Médicos ressaltam que o público não deve entrar em pânico, mantendo vigilância e higiene adequadas.
As autoridades de saúde continuam monitorando pacientes e contatos, com ações de rastreamento, isolamento e observação clínica. Informações adicionais devem vir de órgãos de saúde públicos e organismos internacionais.
Contribuição: equipe USA TODAY e agências de notícias.
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