- Anton Kiriwas atua como gerente sênior de integração técnica no Exploration Ground Systems e é engenheiro de lançamento, atuando na sala de controle de lançamento, na Firing Room 1, do Kennedy Space Center.
- Seu papel envolve ser ponte entre equipes de teste e engenharia, emitindo a recomendação técnica final ao diretor de lançamento para as decisões de “go” ou “no-go”.
- A trajetória dele começou durante o programa Space Shuttle, na United Launch Alliance, antes de ingressar na NASA como servidor civil.
- O treinamento é intenso, com centenas de ensaios e simulações para preparar a equipe e manter o foco nos cenários possíveis, evitando “launch fever”.
- Com Artemis II concluída, o hardware de Artemis III está em processamento no Kennedy Space Center, e as equipes planejam os próximos passos rumo ao retorno à superfície lunar.
Anton Kiriwas, engenheiro de integração técnica, atua na Exploração de Sistemas de Terra da NASA. Trabalha no Kennedy Space Center, na Flórida, onde supervisiona a preparação de lançamentos das missões Artemis. Seu papel envolve resolver problemas em sistemas de solo que apoiam processar, lançar e recuperar as naves.
No centro de Firing Room 1, Kiriwas funciona como bridge entre equipes de teste, engenharia e a direção de lançamento. Ele emite recomendações técnicas finais que orientam a decisão de go ou no-go durante o countdown, garantindo a segurança da nave e da tripulação.
A trajetória de Kiriwas com a NASA começou na era do Space Shuttle, após passagem pela United Launch Alliance. Hoje, ele ocupa o cargo de gerente sênior de integração técnica dentro do programa Exploration Ground Systems, com foco em soluções de campo para missões Artemis.
Função e rotina de lançamento
Ele descreve o trabalho como resolução de problemas para os sistemas de solo, com equipes multidisciplinares atuando em conjunto para processar, lançar e recuperar a missão. A rotina envolve várias simulações e revisões para evitar falhas durante o countdown.
Durante o treinamento, a equipe realiza cenários com foco em requisitos, sistemas afetados e participação de stakeholders. A prática busca evitar lapsos que possam atrasar ou inviabilizar o lançamento.
A experiência de Kiriwas ressalta que a pressão aumenta conforme o ativo se aproxima do dia do lançamento, mas a preparação rigorosa busca manter o momento de descida no momento exato. O objetivo é evitar a chamada launch fever.
Artemis II e próximos passos
Com Artemis II já concluída, o engenheiro continua analisando lições aprendidas e definindo requisitos para as próximas fases. Atualmente, o hardware de Artemis III está em processamento no Kennedy Space Center, com passos estratégicos para o retorno à superfície lunar.
Kiriwas afirma que há muitos componentes envolvidos, e que faz parte do seu trabalho manter o conjunto funcionando de forma coesa. Ele ressalta a importância de manter o foco na segurança e na confiabilidade das operações.
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