- Campanha de vacinação contra a gripe K começou em 25 de março no Distrito Federal, priorizando gestantes, crianças de 6 meses a 6 anos, idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doenças crônicas e profissionais de áreas específicas.
- Até 6 de maio, foram vacinadas 338.837 pessoas nesses grupos, com meta de 1,1 milhão e recebimento de 400 mil doses pelo Ministério da Saúde.
- A gripe K é um subclado da Influenza A (H3N2) e já causou nove óbitos desde janeiro na capital, entre eles adolescentes e idosos, conforme investigações locais.
- No período de seca, infecções respiratórias devem aumentar; a vacinação é apresentada como principal forma de evitar casos graves, internações e mortes, e a SES-DF recomenda manter ambientes arejados e evitar aglomerações em locais fechados.
- Além da gripe, há atenção ao vírus sincicial respiratório (VSR); gestantes a partir de 28 semanas devem ser vacinadas contra o VSR, e bebês com até dois anos com comorbidades podem receber a vacina do nirsevimabe.
A campanha de vacinação contra a gripe K está em curso no Distrito Federal desde 25 de março. Ao todo, foram aplicadas 338.837 doses em grupos prioritários, com meta de imunizar 1,1 milhão de pessoas. A iniciativa busca reduzir casos graves de SRAG.
Entre os grupos priorizados estão idosos a partir de 60 anos, gestantes, crianças de 6 meses a 6 anos, pacientes com doenças crônicas e profissionais de áreas específicas. A SES-DF informou que a vacinação segue o calendário atualizado.
Até 6 de maio, 338.837 pessoas já tinham recebido a vacina. O Ministério da Saúde enviou 400 mil doses ao DF, mantendo a campanha dentro do esperado. Locais de vacinação são disponibilizados no site da SES-DF.
Pessoas e impactos
A SRAG contabiliza 2.131 casos confirmados em 2026 na capital, envolvendo influenza, VSR, metapneumovírus, rinovírus e Covid-19. A nova linhagem Influenza A H3N2, chamada gripe K, foi ligada a nove óbitos desde janeiro, incluindo uma adolescente e três idosos.
O episódio da gripe K não indica, por si, maior gravidade clínica. Trata-se de um subclado da Influenza A, com mutações que podem alterar a resposta imune. A vigilância epidemiológica acompanha mudanças para orientar vacinação.
O que fazer e quem está envolvido
O médico infectologista Henrique Valle Lacerda afirma que o foco é acompanhar mutações e ajustar estratégias de prevenção. Se surgirem sinais leves,เป็น a orientação é buscar UBS. Em casos graves, procurar UPAs ou hospitais da rede pública.
A SES-DF mantém ações de comunicação e orientação para ampliar a cobertura vacinal. O objetivo é evitar internações e mortes por infecções respiratórias, principalmente entre grupos vulneráveis.
Abordagens de temporada seca
Profissionais destacam que o tempo seco facilita infecções respiratórias, com mucosas ressecadas e maior circulação de vírus. A população é incentivada a manter vacinação, higiene e ventilação adequada em ambientes internos.
Marlice Malheiros, 71 anos, reforça a importância de manter a imunização mesmo em períodos de seca. Ela recebeu reforço de gripe e de Covid-19 na UBS Asa Norte.
A dinâmica climática também eleva a preocupação com o vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta especialmente bebês. A vacinação de gestantes a partir de 28 semanas busca proteção indireta de recém-nascidos contra o VSR.
Cuidados com a população infantil
A proteção de bebês inclui vacinação contra gripe e, para o VSR, medidas com gestantes e grupos de risco. Em casos de sintomas graves, como febre alta e mal-estar intenso, a orientação é buscar atendimento médico imediato.
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