- Durante as missões Skylab, entre 1973 e 1974, astronautas relataram fenômenos visuais incomuns.
- Na Skylab 2, foram descritos clarões de luz, objetos avermelhados em órbita semelhante à da estação e luzes piscantes observadas principalmente à noite.
- Os relatos sugerem que parte dos fenômenos poderia estar relacionada à passagem de partículas cósmicas pelo globo ocular.
- Na Skylab 3, os astronautas avistaram um objeto avermelhado extremamente brilhante próximo à estação, muito mais luminoso do que Júpiter, observado cerca de uma semana antes do pouso na água, por cinco a dez minutos.
- O brilho variava com intervalos regulares, sugerindo rotação, e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou registros inéditos sobre fenômenos não identificados.
Durante as missões Skylab, a primeira estação espacial dos Estados Unidos, foram relatados fenômenos visuais incomuns em operações entre 1973 e 1974. Os registros aparecem em relatos técnicos da NASA e descrevem clarões luminosos, objetos avermelhados em órbita próxima à estação e luzes piscantes vistas do exterior.
Os tripulantes responsáveis pelos relatos nas primeiras missões foram Joseph Kerwin, Charles Conrad e Paul Weitz, na Skylab 2. Já na Skylab 3, Alan Bean, Owen Garriott e Jack Lousma descreveram um objeto avermelhado extremamente brilhante, acompanhado por observação de variação de brilho ao longo de minutos.
Detalhes dos relatos
Os clarões foram observados principalmente durante a noite, com as equipes descrevendo padrões que variavam entre pontos luminosos, feixes e efeitos semelhantes a explosões solares. Alguns relatos sugerem que parte dos fenômenos poderia resultar da passagem de partículas cósmicas pelo olho.
Desdobramentos e contexto
O Departamento de Defesa dos EUA liberou registros classificados como arquivos inéditos sobre fenômenos não identificados, reforçando o interesse científico e institucional no tema. Os relatos destacam observações em órbita com duração de minutos, próximas à trajetória da Skylab.
Os relatos indicam que os eventos ocorreram em momentos distintos das missões, mantendo a linha de observação constante durante o tempo em que a estação esteve em operação. Não há conclusão oficial sobre a natureza dos fenômenos.
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