- Blue Origin concluiu com sucesso os testes do módulo de pouso MK1 na Câmara de Vácuo A da NASA, simulando condições do espaço.
- O MK1 está apto a entregar duas cargas úteis da NASA à Lua ainda neste ano.
- As cargas incluem câmeras estereoscópicas para estudar as plumas lunares no polo sul e lasers retrorrefletivos para localizar instrumentos em órbita.
- A Câmara de Vácuo A da NASA tem 27 metros de altura e simula temperaturas entre -50°C e 30°C, para testar resistência estrutural e estresse térmico.
- Os resultados positivos representam avanço para a Blue Origin e levantam preocupação para a SpaceX na corrida à Lua.
A corrida à Lua entre SpaceX e Blue Origin ganhou mais peso nesta semana. A Blue Origin, liderada por Jeff Bezos, informou que o módulo de pouso MK1 passou com sucesso por testes na câmara de vácuo da NASA. O objetivo é entregar cargas úteis da agência espacial ainda neste ano e, no longo prazo, levar astronautas do programa Artemis à superfície lunar.
O MK1 é um módulo de pouso não tripulado. A NASA o selecionou para entregar duas cargas úteis à Lua em 2024: câmeras estereoscópicas para estudo de crateras no polo sul e lasers retrorrefletivos para localizar instrumentos em órbita. Os testes simulam as condições reais de voo, avaliando desempenho e estabilidade.
Detalhes do teste na NASA
A Câmara A da NASA é uma instalação de 27 metros de altura, com temperaturas que variam de -50°C a 30°C. Nela, o MK1 demonstrou resistência estrutural e capacidade de suportar o estresse térmico durante os cenários de pouso. O resultado é visto como avanço importante para a Blue Origin e como desafio para a SpaceX na competição lunar.
Implicações para a corrida espacial
Com o teste bem-sucedido, a Blue Origin avança na agenda de missões lunares e amplia o leque de parcerias com órgãos governamentais. Não há confirmação sobre prazos adicionais, mas a conclusão positiva mantém as evidências de que a gestão da pouso lunar está em evolução.
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