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BYD Dolphin Mini ganha mais autonomia, reconhece semáforos e corrige motorista

Dolphin Mini ganha maior autonomia, LiDAR e reconhecimento de semáforos; evolução em assistência ao motorista aumenta atratividade, com chegada ao Brasil ainda incerta

BYD Dolphin Mini tem novidades no mercado chinês
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  • O BYD Dolphin Mini, conhecido na China como Seagull, ganhou mais autonomia e um pacote avançado de assistência à condução com sensor LiDAR (DiPilot 300).
  • As baterias disponíveis são de 30,08 kWh (autonomia de 305 km no ciclo local) e 38,88 kWh (até 405 km por carga); o fabricante não confirmou disponibilidade dessas opções no Brasil.
  • O sistema de condução inclui navegação assistida em áreas urbanas, reconhecimento de semáforos e condução em rotatórias.
  • A cabine recebeu o DiLink 150, com central multimídia de 12,8 polegadas, comandos 3D, carregador de celular por indução de 50 W, bancos dianteiros aquecidos e monitoramento de atenção ao volante.
  • O motor é dianteiro, com 75 cv de potência e 13,8 kgf·m de torque; as mudanças visam manter o Dolphin Mini competitivo frente a rivais locais, principalmente na China.

O BYD Dolphin Mini, conhecido na China como Seagull, ganhou autonomia ampliada e novas funções de assistência à condução com LiDAR. O lançamento aconteceu no Salão de Pequim, para reforçar a competitividade diante de rivais locais. A novidade pode chegar ao Brasil em breve, segundo a fabricante.

Além da autonomia, o modelo recebe recursos que antes eram restritos a carros mais caros. Entre as novidades estão navegação assistida em áreas urbanas, reconhecimento de semáforos e condução em rotatórias, ampliando a percepção do trânsito pelo veículo. A mudança vem acompanhada de atualizações no conjunto eletrônico.

Tecnologia e assistência

O Dolphin Mini passa a oferecer o sistema God’s Eye B, também chamado DiPilot 300, com sensor LiDAR integrado. Com ele, o carro identifica sinais de trânsito e gerencia ações em situações urbanas, buscando mais segurança e conforto para o motorista.

Na cabine, o modelo ganhou o DiLink 150, com tela central de 12,8 polegadas, comandos 3D e navegação personalizada. A lista de itens inclui carregador sem fio de 50 W, bancos dianteiros aquecidos e monitoramento da atenção do motorista.

Configurações técnicas

Na parte mecânica, o Dolphin Mini 2026 mantém o motor elétrico dianteiro de 75 cv e torque de 13,8 kgfm. As opções de bateria vão de 30,08 kWh (autonomia de 305 km no ciclo local) a 38,88 kWh (até 405 km). A BYD ainda não confirmou a disponibilidade dessas configurações no Brasil.

O carro continua com dimensões estáticas: 3,78 m de comprimento, 1,71 m de largura, 1,54 m de altura e 2,50 m de entre-eixos. O upgrade é parte de uma estratégia para manter o Dolphin Mini competitivo diante de modelos como Geely EX2, Arcfox T1 e Leapmotor A10.

Mercado e expectativas

O Dolphin Mini já foi um dos 10 carros mais vendidos no Brasil em abril, reforçando sua relevância na linha da BYD por aqui. A atualização busca manter o modelo como pilar da operação brasileira, mesmo diante da concorrência acirrada do segmento de compactos elétricos. A data de estreia no Brasil não foi anunciada.

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