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Hantavírus volta a preocupar o Brasil; medidas de prevenção são recomendadas

Brasil reativa alerta de hantavírus; prevenção depende de controle de roedores, limpeza segura e cuidado em áreas com lixo durante viagens

Surto de hantavírus em navio reacende alerta sobre a doença transmitida por roedores; entenda como ocorre a contaminação e como se proteger
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  • Surto de hantavírus ligado ao navio MV Hondius reacende alerta; risco principal é a inalação de aerossóis com urina, fezes ou saliva de roedores infectados, não transmissão pessoa a pessoa.
  • No Brasil, a hantavirose é rara, mas pode evoluir para a Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus, que exige atendimento médico rápido.
  • Medidas de prevenção incluem controle de roedores e limpeza segura, com atenção especial a galpões, depósitos, áreas rurais e locais com lixo ou alimento exposto; cuidado também em cruzeiros e atividades em terra.
  • Em aeroportos, o foco está em áreas de carga, armazenamento e descarte de resíduos; manter higiene das mãos e evitar contato com resíduos.
  • Sintomas que exigem atenção após exposição: febre, dores no corpo, náuseas, vômitos, tosse seca e dificuldade respiratória; buscar atendimento médico e informar histórico de viagem.

O surto de hantavírus ligado ao navio MV Hondius, que passou pela América do Sul e pelo Atlântico, reacende o alerta sobre a doença. Diferente de vírus de ampla transmissão, o hantavírus não se espalha facilmente entre pessoas. O principal risco vem da inalação de aerossóis de urina, fezes ou saliva de roedores infectados, em ambientes fechados e com infestação.

No Brasil, a hantavirose é rara, mas pode evoluir para a Síndrome Cardiopulmonar por hantavírus, com febre, dores, queda de pressão, dificuldade respiratória e necessidade de atendimento médico rápido. A prevenção envolve controle de roedores, limpeza segura e cuidado em áreas rurais, galpões, depósitos e locais com lixo ou alimento exposto.

Prevenção é fundamental

Especialistas destacam a importância de manter hábitos de cuidado, principalmente em viagens, condomínios, empresas, aeroportos e rotas turísticas. Em cruzeiros e passeios internacionais, o foco está nas atividades em terra, como trilhas, áreas de mata e construções antigas.

Segundo o médico Maurício Arbach, do Grupo Med+, não há vacina nem tratamento específico. O risco ocorre pela inalação de partículas que se dispersam no ar. A transmissão não depende de mordida e a contenção depende de práticas de higiene e controle de roedores.

Medidas básicas continuam

Em aeroportos, o risco para passageiros é baixo, mas a atenção deve se manter nas áreas de carga, manutenção e descarte de resíduos. O manejo adequado de roedores é crucial para evitar problemas sanitários em locais de alimentação e armazenamento.

Para o público em geral, recomenda-se higienizar as mãos, evitar lixo exposto, não consumir alimentos descobertos e manter bagagens fechadas em áreas externas. Empresas e operadores devem adotar protocolos de limpeza, controle de pragas e treinamento de equipes.

Sintomas a observar

Caso haja viagem recente ou exposição a áreas com roedores, atenção a febre, dores no corpo, cefaleia, náuseas, vômitos, dor abdominal, tosse seca e falta de ar. Procurar atendimento médico rapidamente e relatar o histórico de viagem e locais visitados.

O episódio no navio Hondius serve como alerta de vigilância e preparo para um país com turismo intenso, atividades rurais e deslocamentos para ecoturismo. A resposta envolve vigilância, limpeza, controle de infestações e comunicação efetiva com quem viaja.

Fonte: Gueratto Press

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