- A TIC Saúde aponta que 76% dos estabelecimentos que já usam IA adotam o ChatGPT, Gemini ou outras IA; entre hospitais com mais de cinquenta leitos, o índice sobe para 85%.
- A pesquisa cadastrou 129.728 estabelecimentos de saúde e levou em conta uma amostra efetiva de 3.270 locais.
- Além de IA generativa, o uso envolve mineração de texto (52%), automação de fluxos de trabalho (48%), reconhecimento de fala (26%), reconhecimento e processamento de sinais e imagens (17%) e aprendizagem de máquina (15%).
- As finalidades da IA incluem organizar processos clínicos/administrativos (45%), melhorar a segurança digital (36%), aumentar a eficiência dos tratamentos (32%), auxiliar na logística (31%), apoiar a gestão de recursos humanos (27%), auxiliar nos diagnósticos (26%) e na dosagem de medicamentos (14%).
- Entre os que não utilizam IA, os motivos incluem falta de prioridade, ausência de necessidade, carência de capacitação, dados inadequados, incompatibilidade com sistemas, custos, privacidade/ética.
A TIC Saúde divulgou, nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, os dados da 12ª edição sobre o uso de tecnologias na saúde no Brasil. A pesquisa abrange 129.728 estabelecimentos cadastrados, com amostra efetiva de 3.270 locais. O estudo mostra que a IA já está presente no cotidiano de unidades de saúde.
Entre os que já utilizam IA, 76% usam o ChatGPT, Gemini ou outras plataformas de IA generativa. Em estabelecimentos com internação superior a 50 leitos, essa participação sobe para 85%.
Dados principais
Além das IA generativas, a pesquisa aponta aplicações em mineração de texto e análise de linguagem escrita e falada (52%), automatização de fluxos de trabalho (48%), reconhecimento de fala (26%), reconhecimento e processamento de sinais e imagens (17%) e aprendizagem de máquina (15%).
A finalidade mais citada é organizar processos clínicos e administrativos (45%), seguida por melhoria da segurança digital (36%) e da eficiência nos tratamentos (32%). Outras funções listadas incluem suporte logístico (31%) e gestão de recursos humanos (27%).
Entre os espaços que não utilizam IA, os motivos vão desde a priorização de outras ações até a falta de capacitação, dados inadequados, incompatibilidade com equipamentos ou custos elevados. Questões de privacidade e éticas também foram citadas.
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