- Brasil é o terceiro país do mundo com a maior previsão de crescimento de identidades de agentes de IA, atrás apenas de Israel e Hong Kong.
- O levantamento da Palo Alto Networks, com 2.930 executivos de cibersegurança em 20 países, indica crescimento de 113% nas identidades de IA no Brasil nos próximos 12 meses.
- O Brasil fica à frente de EUA, Reino Unido e Alemanha em adoção de agentes autônomos.
- Em média, cada empresa brasileira já convive com 109 identidades de agentes de IA.
- O estudo aponta que 9 em cada 10 companhias no país já foram hackeadas por esse caminho.
A pesquisa global da Palo Alto Networks, com quase 3 mil executivos de cibersegurança, aponta que o Brasil terá o terceiro maior crescimento de identidades de agentes de IA nos próximos 12 meses. O avanço projetado é de 113%, ficando atrás apenas de Israel e Hong Kong.
O estudo, elaborado pela consultoria Vanson Bourne, envolveu 2.930 tomadores de decisão em cibersegurança de 20 países. O levantamento aponta que o Brasil lidera o ranking entre as Américas em adoção de agentes autônomos, programas que tomam decisões e acessam dados sem supervisão humana.
Segundo o relatório, o Brasil terá crescendo expressivo nesse segmento, posicionando-se entre as maiores previsões globais de adoção. O foco está na multiplicação de identidades de IA dentro das empresas, conforme a empresa de segurança.
A questão é que esse avanço ocorre em meio a vulnerabilidades. O levantamento revela que 9 de cada 10 companhias brasileiras já foram hackeadas por meio de esse caminho de identidades de IA. Ou seja, a importância de controles de acesso e credenciais.
Para entender o conceito, identidades de IA são credenciais que permitem que sistemas automatizados acessem dados, executem ações ou se comuniquem entre si. Em média, uma empresa hoje convive com 109 identidades de agentes de IA.
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