- França aumenta o isolamento para todos os contatos de hantavírus, com quarentena reforçada em meio hospitalar.
- Uma passageira de cruzeiro testou positivo e está internada em Paris em estado estável.
- Entre os cinco passageiros repatriados no domingo, uma mulher piorou e teve resultado positivo; os demais quatro permanecem isolados e testam negativo.
- O governo informou 22 casos de contato identificados: oito do voo Santa Helena–Johannesburgo e 14 do voo Johanesburgo–Amsterdã.
- Autoridades mantêm monitoramento intensivo e prometem ações rápidas, com a OMS sendo acionada para acompanhar o episódio; todos os contatos próximos devem permanecer sob vigilância por 42 dias.
França ampliou as regras de isolamento em meio hospitalar após o teste positivo de hantavírus em uma passageira de cruzeiro. A medida foi anunciada neste fim de semana pelo governo, após paciente internada em Paris apresentar quadro estável no início da semana.
Entre os cinco franceses repatriados no domingo e internados no hospital Bichat, uma mulher teve piora na noite de domingo para segunda e teve resultado positivo nos testes, segundo a ministra da Saúde. Os demais permanecem estável, com testes negativos.
O primeiro-ministro informou que a paciente segue em terapia intensiva, em estado estável, enquanto os outros quatro pacientes continuam isolados em hospital. O governo não confirmou sintomas nos demais casos.
A ministra da Saúde informou que já foram identificados 22 contatos de alto risco: oito do voo entre Santa Helena e Joanesburgo e 14 no voo Joanesburgo-Amsterdã. Além disso, oito casos de alto risco do voo anterior não apresentaram sintomas até o momento.
Medidas atualizadas
A partir de agora, todos os contatos sem exceção ficam sujeitos a quarentena reforçada em meio hospitalar, substituindo a recomendação anterior de isolamento domiciliar. O objetivo é romper cadeias de transmissão.
O governo reforçou que a OMS avalia o risco como baixo, mas mantém vigilância. Duas reuniões interministeriais diárias serão realizadas em Matignon para monitorar a situação com especialistas em epidemiologia.
A pasta da Saúde afirmou que há estoques suficientes de máscaras e testes no país, graças a aprendizados desde a Covid. A comunicação pública segue priorizando contenção sem gerar pânico entre a população.
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