- Turista em Aguachica, no norte da Colômbia, abriu a tampa do vaso sanitário do hotel e encontrou uma lacraia amazônica de quase 30 cm; o momento foi registrado em vídeo.
- A espécie, Scolopendra gigantea, é uma das maiores do mundo e pode passar de trinta centímetros; também ocorre no Brasil, Colômbia, Venezuela e Peru, em áreas quentes e úmidas.
- Lacraias costumam buscar lugares escuros, como frestas, tubulações e banheiros, para se esconder durante o dia; à noite, caçam insetos, anfíbios e pequenos vertebrados.
- A picada é dolorosa e pode causar febre, inchaço e mal-estar; episódios fatais são raros, mas podem ocorrer principalmente em crianças ou pessoas alérgicas.
- No caso, o turista conseguiu golpear o animal, que morreu; autoridades recomendam evitar contato direto, manter distância e acionar equipes especializadas; procure atendimento médico rapidamente em caso de picada.
Um turista que estava hospedado em Aguachica, no norte da Colômbia, encontrou uma lacraia amazônica de quase 30 cm dentro do vaso sanitário do seu quarto. O episódio ocorreu durante uma viagem, e o animal foi visto se movendo quando ele abriu a tampa.
O vídeo do encontro circula nas redes sociais, mostrando o turista tentando afastar a lacraia com um pedaço de madeira. A espécie conhecida como Scolopendra gigantea é uma das maiores do mundo e costuma habitar ambientes quentes e úmidos.
Características da lacraia
A lacraia amazônica pode exceder 30 cm de comprimento e não se restringe à Amazônia, ocorrendo em Colômbia, Venezuela, Peru e Brasil. Ela prefere locais escuros, como frestas, tubulações e banheiros, aparecendo à noite para caçar.
A mordedura é extremamente dolorosa. Biólogos e órgãos de saúde relatam sintomas como dor intensa, febre, inchaço e mal-estar, com casos graves em crianças ou alérgicos. Há registro de óbito na Venezuela, em 2014, após picada da mesma espécie.
Recomendações oficiais
O turista conseguiu neutralizar o animal, que morreu. Autoridades ambientais ressaltam que o contato direto deve ser evitado, acionando equipes especializadas. Fechar o ambiente e impedir o deslocamento do animal é essencial.
Em situações como essa, não se deve tentar matar ou manipular o animal. Caso haja picada, deve-se buscar atendimento médico rapidamente, levando informações sobre a espécie para orientar o tratamento.
A orientação é manter distância, evitar iluminação direta e contatar bombeiros ou órgãos ambientais locais para remoção segura. Essas medidas minimizam riscos de acidentes durante a intervenção.
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