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RS confirma dois casos de hantavírus em 2026 e registra uma morte

RS registra duas hantavirose em áreas rurais de Antônio Prado e Paulo Bento, com uma morte; alerta para transmissão por roedores

Foto: Magnific / Porto Alegre 24 horas
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  • RS confirmou duas confirmações de hantavirose até segunda-feira, 11, em Antônio Prado, na Serra Gaúcha, e em Paulo Bento, no Norte do estado.
  • O diagnóstico em Paulo Bento resultou em morte, conforme avaliação clínica-epidemiológica.
  • As autoridades ressaltam que os casos são locais e não guardam relação com o surto monitorado a bordo de uma embarcação que partiu da Argentina com destino a Cabo Verde.
  • A hantavirose é endêmica no Brasil e a transmissão ocorre principalmente pelo contato com secreções de roedores silvestres em áreas rurais.
  • Atividades de maior risco incluem limpeza de galpões, colheitas e trilhas em áreas de mata; a prevenção deve priorizar ambientes de lavoura e mata, onde vivem os reservatórios do vírus.

O Rio Grande do Sul confirmou dois casos de hantavirose em 2026, sendo registrado um óbito. As ocorrências ocorreram em áreas rurais de Antônio Prado, na Serra Gaúcha, e de Paulo Bento, no Norte do estado. Os diagnósticos foram feitos por meio de exame laboratorial e avaliação clínica.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (SES), as infecções são locais e não guardam relação com o surto monitorado recentemente em uma embarcação que partiu da Argentina rumo a Cabo Verde. A SES reforça a vigilância em zonas rurais.

O primeiro caso foi confirmado em Antônio Prado. O segundo caso, em Paulo Bento, resultou na morte do paciente. Em ambos, a transmissão está associada ao contato com secreções de roedores silvestres, como urina e fezes.

A hantavirose é endêmica no Brasil, com circulação contínua em áreas rurais. Atividades como limpeza de galpões, colheitas e trilhas em mata elevam o risco de contato com o vírus, segundo a SES.

Casos e prevenção

A SES orienta que o hantavírus não é transmitido por ratos urbanos comuns. O foco de prevenção permanece em ambientes de lavoura e mata, onde residem as espécies silvestres que atuam como reservatórios.

  • Transmissão ocorre principalmente por contato com secreções de roedores
  • Doença pode evoluir para síndrome cardiopulmonar grave
  • Medidas incluem higiene em áreas de trabalho rurais e controle de roedores

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