- OMS recomenda quarentena de quarenta e dois dias para passageiros do cruzeiro MV Hondius, com verificações diárias de sintomas.
- Até o momento são onze casos de hantavírus ligados ao navio, incluindo três mortes (um cidadão alemão e um casal holandês).
- A organização afirma que não há sinais de disseminação mais ampla e que o risco para a população é baixo.
- Para evitar a propagação, a OMS orienta inspeção do navio em busca de roedores e desinfecção da embarcação por equipe com proteção adequada.
- O hantavírus é zoonose transmitida por roedores; pode causar febre, dores e, em casos graves, problemas respiratórios e renais.
O surto de hantavírus ligado ao cruzeiro de luxo MV Hondius levou à confirmação de 11 casos, entre eles três óbitos, envolvendo um cidadão alemão e um casal holandês. A OMS recomenda aos passageiros que retornaram para casa uma quarentena de 42 dias, com verificação diária de sintomas.
A organização informou que não há sinais de disseminação ampla da doença e que o risco para a população é baixo. O hantavírus é zoonótico e costuma ser transmitido por roedores; não é comum a transmissão entre pessoas.
Para evitar a propagação, a OMS orienta a quarentena de 42 dias, que pode ocorrer em casa ou em ambiente hospitalar, com monitoramento diário de febre. O navio deve passar por inspeção de roedores e desinfecção completa.
Hantavírus: o que é
O hantavírus infecta roedores e pode, em humanos, causar doenças graves nos pulmões e rins. A transmissão ocorre por mordidas ou contato com urina, fezes ou saliva de roedores infectados.
Os sintomas costumam surgir entre 1 e 8 semanas após a exposição e incluem febre, dor de cabeça e dores no corpo. Em casos graves, há dificuldade respiratória e insuficiência renal.
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