- Em São Paulo, 51% da população é feminina, totalizando 23 milhões e 200 mil mulheres.
- A igualdade entre os sexos ocorreu em 1980; desde então, as mulheres passaram a superar os homens, com a diferença aumentando ao longo das décadas.
- Homens são maioria até os 15 anos; mulheres passam a predominar entre 15 e 59 anos desde 1991, e entre 60 anos ou mais desde 1970, com maior longevidade feminina.
- Em 1991, apenas as regiões metropolitana de São Paulo e administrativa de Santos tinham maioria feminina; em 2024, todo o estado apresenta maioria feminina.
- O diferencial de mulheres com mais de sessenta anos cresceu de 106,4 para 132,5 mulheres por cem homens, em 2024.
A Fundação Seade estima que 51% da população do Estado de São Paulo é feminina, totalizando 23,2 milhões de mulheres. A análise aponta que a maior participação feminina é uma mudança histórica em relação ao equilíbrio entre os sexos, que só se igualou em 1980.
Desde então, o número de mulheres tem superado o dos homens, com diferença crescente ao longo dos anos. Já no grupo de 60 anos ou mais, a predominância feminina se consolidou a partir de 1970 e se intensificou, refletindo maior longevidade das mulheres.
Na distribuição regional, em 1991 apenas a Região Metropolitana de São Paulo e a Administrative de Santos tinham maior participação de mulheres. Em 2024, todo o estado registra maioria feminina, fenômeno ligado à longevidade e à evolução demográfica.
Predomínio feminino e faixas etárias
Entre 15 e 59 anos, as mulheres passaram a predominar a partir de 1991. O grupo de 60 anos ou mais registra a maior diferença, com 132,5 mulheres para cada 100 homens em 2024, índice que reforça o envelhecimento da população feminina.
Em números absolutos, homens continuam presentes em maior quantidade até os 15 anos, refletindo maior taxa de natalidade masculina na primeira infância. A mudança demográfica ocorre ao longo das últimas décadas e se estabiliza no cenário atual.
Panorama estadual
A ampliação da participação feminina no Estado de São Paulo é corroborada por dados de projeção populacional da Seade, que apontam a igualdade de sexos há mais de quatro décadas e o avanço contínuo da longevidade entre mulheres.
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