- Mulher isolada nas Ilhas Pitcairn, território britânico, após contato com pessoa exposta ao hantavírus, sem apresentar sintomas.
- Ela viajou de San Francisco rumo às ilhas em 7 de maio, passando por Tahiti e Mangareva; ainda não há detalhes sobre quando deixou o cruzeiro.
- Não é case suspeito e o risco à população é considerado baixo; coordenación entre autoridades locais, o governo do Reino Unido e a UK Health Security Agency.
- O navio MV Hondius trazia cento e quarenta e sete passageiros e tripulantes; três mortes a bordo, duas confirmadas como hantavírus e uma suspeita; a Organização Mundial da Saúde confirmou nove casos, com mais dois sob suspeita.
- Pitcairn tem cerca de cinquenta habitantes; a polinésia francesa informou que a passageira transitou sem avisar autoridades, e não permitirá que ela volte a Tahiti ou circule pela região; o isolamento para contatos próximos é de quarenta e cinco dias.
A mulher está em isolamento nas Ilhas Pitcairn, território britânico ultramarino no Pacífico Sul, após ter passado por um cruzeiro afetado pelo hantavírus. Ela teve contato com alguém exposto ao vírus, mas apresenta-se sem sinais da doença, segundo comunicado local.
O governo das Pitcairn informou à BBC que a pessoa não é considerada caso suspeito e o risco à população é baixo. A viagem ocorreu após ela deixar São Francisco em 7 de maio, com passagem por Tahiti e Mangareva, em Polinésia Francesa, conforme governo local.
Ao lado das autoridades locais, o Foreign Office do Reino Unido disse estar ciente da situação envolvendo a viajante a bordo do MV Hondius. A UK Health Security Agency (UKHSA) coordena com autoridades locais para gerenciar riscos à mulher e aos moradores.
Situação na Pitcairn
Segundo autoridades, a mulher permanece isolada na ilha habitada mais próxima das quatro vulcânicas do território. A duração da quarentena para contatos próximos de casos, como os passageiros do navio, é de 45 dias.
A França afirmou que a passagem pela Polinésia Francesa ocorreu sem notificação prévia às autoridades. Um encontro de emergência foi realizado, e a viajante isolada em Pitcairn não poderá retornar à Polinésia Francesa enquanto houver risco de transmissão.
Conteúdo e contexto da transmissão
O MV Hondius transportava 147 passageiros e tripulação de 23 países, após partir de Ushuaia, Argentina, em 1º de abril. Três mortes ocorreram entre os hóspedes, com dois casos confirmados de hantavírus. A terceira pessoa desenvolveu sintomas antes de ser testada.
A Organização Mundial da Saúde confirmou nove casos, com outros dois sob suspeita. O chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que, no momento, não há sinais de surto maior após a evacuação dos últimos passageiros, mas alertou que a situação pode evoluir.
O hantavírus costuma ser transmitido por roedores. A cepa Andes, associada a infecções de viajantes, pode ser transmitida entre humanos em casos específicos. Sintomas incluem febre, fadiga extrema, dores corporais, dor abdominal, vômito, diarreia e falta de ar.
Situação atual
A Pitcairn tem cerca de 50 habitantes, descendentes da tripulação da famosa Bounty. O governo local reforça cooperação com autoridades britânicas para assegurar a saúde da população isolada. Não houve details sobre o momento exato de comunicação entre autoridades britânicas e locais.
As operações do MV Hondius seguiam previstas para chegar a Roterdã, na Holanda, em 17 de maio. Enquanto isso, autoridades mantêm vigilância sobre passageiros e tripulação, com medidas de isolamento em vigor para evitar novos casos.
Entre na conversa da comunidade