Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Sinal de paz em fotos pode facilitar ataques de hackers e roubo de dados

Especialistas alertam que selfies com o sinal de paz podem expor impressões digitais, aumentando o risco de hackers Access contas protegidas por biometria

Fotos inofensivas podem expor dados biométricos capazes de ser usados por hackers
0:00
Carregando...
0:00
  • Fotos aparentemente inofensivas, como o sinal de paz, podem expor dados biométricos que ajudam hackers a acessar contas e dispositivos protegidos por impressão digital.
  • Ferramentas de inteligência artificial podem ampliar imagens e destacar as linhas das impressões digitais presentes nas mãos.
  • Li Chang, especialista em segurança digital, mostrou que selfies tiradas de 1,5 a 3 metros podem revelar detalhes suficientes das impressões digitais para análise maliciosa.
  • Casos já ocorreram: em 2014, um hacker copiou a impressão digital da presidente da Comissão Europeia a partir de imagens públicas; em 2025, um homem na China teve as impressões digitais copiadas após publicar uma foto online.
  • Especialistas afirmam que ataques desse tipo são ainda direcionados e não representam ameaça ampla ao público, mas compartilhar imagens detalhadas das mãos pode aumentar o risco, especialmente em imagens de alta resolução enviadas a ferramentas de IA.

Durante um programa exibido na televisão chinesa, especialistas em segurança digital mostraram como imagens simples podem revelar dados biométricos. O foco foi o sinal de paz feito com dois dedos, comum em fotos, que pode expor informações sensíveis.

Ferramentas de inteligência artificial conseguem ampliar fotografias e acentuar detalhes das impressões digitais presentes nas mãos. A demonstração apontou que fotos tiradas a distâncias de 1,5 a 3 metros já podem subsidiar análises de dados biométricos por criminosos.

Casos e evidências

Relatos anteriores indicam que, em 2014, um hacker replicou a impressão digital de uma autoridade europeia usando imagens públicas. Em 2025, houve registro semelhante em Hangzhou, segundo o South China Morning Post. Casos assim são usados para ataques com alto valor.

Risco atual e limites

Especialistas ressaltam que o uso é relativamente direcionado e ainda não representa uma ameaça generalizada ao público. Acesso exigiria imagens em alta resolução, com as digitais expostas, e envolve fases técnicas complexas.

Desdobramentos tecnológicos

Especialistas explicam que fotos enviadas a ferramentas de IA preservam detalhes mais do que imagens comprimidas. O compartilhamento de imagens muito nítidas pode aumentar o potencial de coleta e uso indevido de dados biométricos pela indústria tecnológica.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais